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Terça-feira, 21 de Outubro de 2008

Cruzeiro do Senhor do Padrão - Sequeiró- Santo Tirso

Estrutura de planta quadrangular composta por uma fonte encimada por cruzeiro de alpendre aberto. Fonte de planta quadrada com cornija moldurada a toda a volta, abrindo-se lateralmente um vão de lintel recto, protegido por porta gradeada. Do lado oposto, virado para o exterior, pequeno nicho de arco de volta perfeita. Cruz de secção rectangular sobre plinto quadrangular encimado por base quadrada com moldura de ducina invertida, apresentando a imagem escultórica de Cristo na face voltada para a rua. Templete de planta quadrangular, com cobertura de abóbada abatida, estrelada e com rosetas no cruzamento das nervuras (bocetes), suportada por quatro pilastras molduradas, formando entre si vãos de arco deprimido. No exterior, cúpula em abóbada de barrete de clérigo e remate superior em pináculo cónico. Nicho de arco abatido, moldurado, encimado por pequena cruz lisa de secção quadrada. No interior imagem escultórica de Santo António protegida por uma porta metálica envidraçada.

Fonte: Monumentos.pt


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Sexta-feira, 13 de Junho de 2008

Hino Nacional


 


publicado por MJFSANTOS às 09:47
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Sábado, 26 de Abril de 2008

25 de Abril: desfile de militares e homenagem às vítimas da PIDE assinalaram 34º aniversário


Milhares de pessoas desfilaram ontem entre o Marquês de Pombal e o Rossio, em Lisboa, para assinalar o 34º aniversário do 25 de Abril. Na capital, aos civis juntaram-se associações de militares que apelaram à "coesão nacional" e a urgência em encontrar respostas que combatam uma "explosão social". No Porto, centenas de pessoas concentraram-se junto ao antigo edifício da PIDE, para homenagear as vítimas da polícia política do antigo regime.


O desfile em Lisboa, organizado pela Associação 25 de Abril e a que se associaram também dirigentes partidários e sindicais, celebrou o 34 aniversário da revolução ao som da canção "Grândola Vila Morena", com a palavra de ordem "25 de Abril Sempre" e tendo como "ex-libris" o blindado Chaimite que em 1974 protagonizou um dos momentos simbólicos do 25 de Abril ao levar Marcelo Caetano do Quartel do Carmo, onde se tinha refugiado, a caminho do exílio.

"Nós militares e, particularmente, os oficiais, temos uma enorme preocupação com a coesão nacional e essa coesão nasce de um todo (...), isto é, a coesão consegue-se desde que as múltiplas tarefas do Estado e da economia privada cumpram as suas funções", disse à Lusa o coronel Tassos Figueiredo, representante da Associação de Oficiais das Forças Armadas (AOFA), uma das presentes no desfile em Lisboa.

Apesar de afirmar tratar-se de "um dia de festa", o representante da AOFA não poupou críticas ao actual Governo, "cuja responsabilidade é determinante para uma melhor educação, ensino, política externa, economia e também na vertente militar". "Generais, que sabem do que estão a falar, alertaram para o perigo de explosões sociais e para nós é particularmente dramático que mais de 30 anos após o 25 de Abril se esteja a processar uma regressão em termos de tecido social, regressão essa que põe em causa a coesão nacional", adiantou.

Ao desfile, juntaram-se também em representação dos militares, para além da AOFA, as associações de Sargentos (ANS), de praças (APA) e dos militares na reserva e reforma (ASMIR).

A Associação Sindical dos Profissionais de Polícia (ASPP-PSP) marcou igualmente presença no desfile, mas em sinal de protesto e não de comemoração. "Parece impossível como é que o 25 de Abril ainda não chegou à nossa instituição. Temos horas para entrar e nunca temos horas para sair e se isso fosse reformulado e se isso nos fosse dado era um grande passo dentro da nossa instituição", disse o presidente da distrital de Lisboa da ASPP-PSP, Nelson Brito, argumentando que todos os dias são dias de reivindicação.

"Somos muitos, muitos mil para continuar Abril"

No Porto, o Largo Soares dos Reis foi o local escolhido para a concentração que pretendeu prestar homenagem às vítimas da PIDE. "Somos muitos, muitos mil para continuar Abril", "25 de Abril sempre, fascismo nunca mais" e "Abril vencerá" foram as palavras de ordem gritadas pelos manifestantes no momento em que foi depositada uma coroa de flores à porta do edifício onde funcionava a polícia política e que agora alberga o Museu Militar do Porto.

Muitos balões de várias cores e cravos vermelhos, verdadeiros e de papel, deram colorido à concentração, que incluiu dois curtos discursos.

Sérgio Vinagre, dirigente do PCP-Porto, salientou que "muito foi perdido" ao longo destes 34 anos, pelo que "é o momento de desfraldar novas bandeiras", em defesa da liberdade, do acesso à informação e do trabalho com direitos.

"Temos hoje um Portugal mais desigual", disse, destacando a "precariedade, a insegurança e o aumento do custo de vida" como alguns dos maiores problemas actuais, que afectam, sobretudo, os jovens.

Contudo, Sérgio Vinagre manifestou-se esperançado no sucesso da luta contra os males da actual "sociedade empobrecida", sublinhando que "os direitos que se perderam serão recuperados".

Depois dos discursos e da deposição da coroa de flores, os manifestantes partiram em desfile até à Baixa da cidade, encabeçado por um grupo de bombos.

Na primeira fila, seguia o coordenador da União de Sindicatos do Porto (USP/CGTP), João Torres, uma das poucas figuras públicas presentes na concentração.

(Fonte: Público)

publicado por MJFSANTOS às 14:18
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Sexta-feira, 25 de Abril de 2008

25 de Abril: Festejos, condecorações e eventos culturais marcam comemorações na região Norte

 

As comemorações do 34º aniversário da "revolução dos cravos" de 25 de Abril de 1974 decorrem sexta-feira na região norte com festejos, condecorações e eventos culturais para os mais diversos gostos.

No Porto, o 25 de Abril é comemorado hoje com uma sessão solene na Câmara Municipal, na qual Rui Rio vai distinguir com medalhas municipais personalidades que se notabilizaram pelos seus méritos pessoais ou feitos cívicos.

Serão condecorados: o poeta Fernando Echevarria, a cientista Maria de Sousa, os médicos e investigadores Nuno Grande e António Coimbra, o político Amândio de Azevedo e os empresários Mário Ferreira e Américo Amorim.

As outras personalidades distinguidas são Esmeralda Mateus, Álvaro de Almeida e o juiz conselheiro do Supremo Tribunal de Justiça João Lopes Neves, pelo seu empenhamento cívico na freguesia de portuense de Aldoar.

Em Bragança, o 25 de Abril será assinalado com a tradicional sessão solene da Assembleia Municipal, no Auditório Paulo Quintela, com início marcado para as 10:00, sendo seguida de várias inaugurações promovidas pela Câmara Municipal.

Em Viana do Castelo, as comemorações iniciam-se hoje com uma sessão que decorre na Biblioteca Municipal, às 21:30, que tem como convidado Marques Júnior, Capitão de Abril.

Sexta-feira, decorrem na Praça da Liberdade as habituais manifestações das Comemorações do 25 de Abril, estando previstos vários concertos, nomeadamente com a Banda de Gaitas de S. Tiago de Cardielos, o Grupo de Sopro e Cordas de Outeiro e o grupo "Meka Música" da Escola Secundária de Monserrate.

A Assembleia Municipal (AM) de Vila Real reúne extraordinariamente na sexta-feira para evocar o 34º aniversário do 25 de Abril, uma iniciativa que resultou de um compromisso assumido pelo seu presidente, Pedro Passos Coelho, já no ano passado.

Este ano, as comemorações do 25 de Abril, em Vila Real, ganham relevo pelo facto de o presidente da AM ser também dos candidatos assumidos à liderança nacional do PSD.

Outros concelhos do distrito, como Montalegre, Chaves, Santa Marta de Penaguião, Peso da Régua, Alijó ou Sabrosa, comemoraram o 25 de Abril, na maior parte dos casos, com o tradicional hastear da bandeira e vários eventos culturais.

Em Sabrosa, serão inauguradas as exposições "Chaimite: fim de um ciclo na Guerra Colonial" e "Fotografias de Abril", que ficarão patentes ao público no auditório municipal, onde será também apresentado o livro de Francisco Vasconcelos "Por mim adentro", cujas receitas revertem a favor da Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental (APPACDM).

Na cidade de Chaves comemora-se com cultura, um Festival de Ranchos Folclóricos e Concerto Musical, com eventos desportivos, tais como a 34ª Corrida da Liberdade e o encontro municipal de futsal infantil.

 

NYM/PLI/PF.

Lusa/Fim.


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Quarta-feira, 21 de Novembro de 2007

Selecção: Casa cheia no Estádio do Dragão

 

Numa actualização feita pelos serviços da Federação Portuguesa de Futebol, foi anunciado que estão já vendidos mais de 40 mil bilhetes para o jogo entre Portugal e Finlândia, de apuramento para o Campeonato da Europa de 2008. Assim, é possível prever que as bancadas do Estádio do Dragão vão estar cheias, formando uma moldura humana de apoio à Selecção Nacional, até porque é esperada uma significativa afluência às bilheteiras no dia do encontro. De assinalar que os ingressos mais baratos, cujo preço varia entre os 10 e os 15 euros, estão já praticamente esgotados, sendo ainda possível adquirir bilhetes de 20 e 25 euros. Desta forma, tudo indica que as 52 mil cadeiras disponíveis estarão praticamente preenchidas.

No dia do encontro, a equipa portuguesa vai contar com um apoio especial, presente no Estádio do Dragão, uma vez que Luís Figo e Fernando Couto, os dois jogadores portugueses com maior número de internacionalizações, já garantiram o seu lugar para assistirem ao jogo com a Finlândia, informa a Federação em comunicado oficial.

Rui Costa e Eusébio também deverão viajar até ao Porto para apoiar a Selecção, assim como Deco que, apesar de ausente por lesão, vai regressar à cidade Invicta e, desta feita, juntar-se aos mais de 40 mil portugueses que estarão presentes a torcer por Portugal.

Imagem: Lusa

Fonte: relvado.com


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Quinta-feira, 23 de Agosto de 2007

Amor a Portugal


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Segunda-feira, 20 de Agosto de 2007

Castelos e Fortalezas de Portugal


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Domingo, 12 de Agosto de 2007

Miguel Torga

Miguel Torga
Miguel Torga

Miguel Torga, pseudónimo de Adolfo Correia Rocha, São Martinho de Anta - Vila Real, 12 de Agosto de 1907 Coimbra, 17 de Janeiro de 1995) foi um dos mais importantes escritores portugueses do século XX.

Filho de gente humilde do campo do concelho de Sabrosa (Alto Douro), frequentou brevemente o seminário, e emigrou para o Brasil em 1920, com doze anos, para trabalhar na fazenda do tio, na cultura do café. O tio apercebe-se da sua inteligência e patrocina-lhe os estudos liceais, em Leopoldina. Distingue-se como um aluno dotado. Em 1925 regressa a Portugal. Em 1927 é fundada a revista Presença de que é um dos colaboradores desde o início. Em 1928 entra para a Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra e publica o seu primeiro livro, "Ansiedade", de poesia. É bastante crítico da praxe e tradições académicas, e chama depreciativamente "farda" à capa e batina, mas ama a cidade de Coimbra, onde viria também a exercer a sua profissão de médico a partir de 1939 e onde escreve a maioria dos seus livros. Em 1933 concluiu a formatura em Medicina, com apoio financeiro do tio do Brasil. Exerceu no início nas terras agrestes transmontanas, de onde era originário e que são pano de fundo da maior parte da sua obra.

A obra de Torga tem um carácter humanista: criado nas serras transmontanas, entre os trabalhadores rurais, assistindo aos ciclos de perpetuação da Natureza, Torga aprendeu o valor de cada homem, como criador e propagador da vida e da Natureza: sem o homem, não haveria searas, não haveria vinhas, não haveria toda a paisagem duriense, feita de socalcos nas rochas, obra magnífica de muitas gerações de trabalho humano. Ora, estes homens e as suas obras levam Torga a revoltar-se contra a Divindade Transcendente a favor da imanência: para ele, só a humanidade seria digna de louvores, de cânticos, de admiração: (hinos aos deuses, não/os homens é que merecem/que se lhes cante a virtude/bichos que cavam no chão/actuam como parecem/sem um disfarce que os mude).

Para Miguel Torga, nenhum deus é digno de louvor: na sua condição omnisciente é-lhe muito fácil ser virtuoso, e enquanto ser sobrenatural não se lhe opõe qualquer dificuldade para fazer a Natureza - mas o homem, limitado, finito, condicionado, exposto à doença, à miséria, à desgraça e à morte é também capaz de criar, e é sobretudo capaz de se impor à Natureza, como os trabalhadores rurais transmontanos impuseram a sua vontade de semear a terra aos penedos bravios das serras. E é essa capacidade de moldar o meio, de verdadeiramente fazer a Natureza mau grado todas as limitações de bicho, de ser humano mortal que, ao ver de Torga fazem do homem único ser digno de adoração.

Considerado por muitos como um avarento de trato difícil e carácter duro, foge dos meios das elites pedantes, mas dá consultas médicas gratuitas a gente pobre e é referido pelo povo como um homem de bom coração e de boa conversa. Foi o primeiro vencedor do Prémio Camões.


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Sexta-feira, 27 de Julho de 2007

Hino e Bandeira de Portugal

Hino nacional de Portugal

"A Portuguesa", que hoje é um dos símbolos nacionais de Portugal (o seu hino nacional), nasceu como uma canção de cariz patriótico em resposta ao ultimato britânico para que as tropas portuguesas abandonassem as suas posições em África, no denominado "Mapa cor-de-rosa".

Em Portugal, a reacção popular contra os ingleses e contra a monarquia, que permitia esse género de humilhação, manifestou-se de várias formas. "A Portuguesa" foi composta em 1890, com letra de Henrique Lopes de Mendonça e música de Alfredo Keil, e foi utilizada desde cedo como símbolo patriótico mas também republicano. Aliás, em 31 de Janeiro de 1891, numa tentativa falhada de golpe de Estado que pretendia implantar a república em Portugal, esta canção já aparecia como a opção dos republicanos para hino nacional, o que aconteceu, efectivamente, quando, após a instauração da República a 5 de Outubro de 1910, a Assembleia Nacional Constituinte a consagrou como símbolo nacional em 19 de Junho de 1911 (na mesma data foi também adoptada a bandeira nacional).

A Portuguesa, proibida pelo regime monárquico, que originalmente tinha uma letra um tanto ou quanto diferente (mesmo a música foi sofrendo algumas alterações) — onde hoje se diz "contra os canhões", dizia-se "contra os bretões", ou seja, os ingleses — veio substituir o Hymno da Carta, então o hino da monarquia.

Em 1956, existiam no entanto várias versões do hino, não só na linha melódica, mas também nas instrumentações, especialmente para banda, pelo que o governo nomeou uma comissão encarregada de estudar uma versão oficial de A Portuguesa. Essa comissão elaborou uma proposta que seria aprovada em Conselho de Ministros a 16 de Julho de 1957, mantendo-se o hino inalterado deste então.

Nota-se na música uma influência clara do hino nacional francês, La Marseillaise, também ele um símbolo revolucionário (ver revolução francesa).

O hino é composto por três partes, cada uma delas com duas quadras (estrofes de quatro versos), seguidas do refrão, uma quintilha (estrofe de cinco versos). É de salientar que, das três partes do hino, apenas a primeira parte é usada em cerimónias oficiais, sendo as outras duas partes praticamente desconhecidas.

A Portuguesa é executada oficialmente em cerimónias nacionais, civis e militares, onde é prestada homenagem à Pátria, à Bandeira Nacional ou ao Presidente da República. Do mesmo modo, em cerimónias oficiais no território português por recepção de chefes de Estado estrangeiros, a sua execução é obrigatória depois de ouvido o hino do país representado.

A Portuguesa foi designada como um dos símbolos nacionais de Portugal na constituição de 1976, constando no artigo 11.°, n.º 2, da Constituição da República Portuguesa (Símbolos nacionais e língua oficial):

"2. O Hino Nacional é A Portuguesa."

A Portuguesa

Data: 1890 (com alterações de 1957) Letra: Henrique Lopes de Mendonça
Música: Alfredo Keil

Heróis do mar, nobre povo,
Nação valente e imortal
Levantai hoje de novo
O esplendor de Portugal!
Entre as brumas da memória,
Ó Pátria, sente-se a voz
Dos teus egrégios avós
Que há-de guiar-te à vitória!
Às armas, às armas!
Sobre a terra, sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela Pátria lutar
Contra os canhões marchar, marchar!

 

Após acesa polémica entre os partidários do azul e branco e os do verde e rubro, as cores da bandeira nacional fixaram-se ainda em 1910 (aprovação pelo Governo em 29 de Novembro, ratificada na Assembleia em 19 de Julho de 1911 e publicada no Diário do Governo núm. 150, em Decreto de 30 de Junho de 1911). A bandeira é rectangular (2:3), tal como as suas antecessoras, e bipartida de verde e vermelho, ocupando o verde dois quintos da largura e o vermelho os restantes três. Centrada na divisão, o brasão da República, constituído pelo escudo (de novo em formato "português") sobreposto a uma esfera armilar, cujo diâmetro é igual a metade da altura da bandeira.

 

 

 


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Quinta-feira, 26 de Julho de 2007

Castelos de Portugal

Imagens de alguns castelos do nosso Portugal

sinto-me:

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