O CORTA FITAS E PRESIDENTE DOS LAMPIÕES IRÁ INAUGURAR UMA PLACA COMEMORATIVA NO SALÃO DE TROFÉUS DO S.L.B., QUE TERÁ AS SEGUINTES PALAVRAS:
"SOMOS UM CLUBE VIRADO
PARA O FUTURO
SEREMOS CAMPIÕES
PARA A NOVA ÉPOCA"
Lisboa, 25 de Junho de 200...
OBS: PARA DRAGÃO RIR
N.B.: Não esquecer o velho ditado "hoje não se fia, só amanhã"
Comemorou-se ontem, domingo, dia 27 de Maio de 2007, o 20º aniversário da conquista do primeiro título europeu de futebol pelo F.C. Porto, num ano mágico, em que os portistas arrecadaram tudo o que havia para ser arrecadado.
Foram momentos marcantes, pois os dragões, num curto espaço de tempo, conquistaram os seis troféus mais importantes a nível nacional e internacional: Taça dos Campeões Europeus, Supertaça Europeia, Taça Intercontinental, Campeonato Nacional, Taça de Portugal e Supertaça de Portugal.
Os adeptos gostam de saborear todos estes triunfos, mas Viena perdura como a palavra mais apetecida ou muito mais do que isso. 27 de Maio de 87, Estádio do Prater, Bayern de Munique, calcanhar de ouro, memórias soltas que fazem sorrir milhões de pessoas por todo o mundo. É bom que se diga que na altura poucos eram os que acreditavam na vitória, porque do outro lado estava um adversário fortíssimo, mas também porque Gomes não ia jogar (lesionado) e Casagrande, apesar de convocado, não estava em condições de actuar.
Com o Prater apinhado de alemães, o Bayern sentiu-se em casa. Munique dista apenas 400 quilómetros de Viena e isso sentia-se a cada grito dos germânicos. A primeira parte foi muito pobre e ainda por cima com a infeliz saída de Mlinarczyk da baliza, que proporcionou a Koegl o primeiro golo. Os alemães tinham uma equipa poderosa, recheada de internacionais, vice-campeões mundiais em 82 e 86, e ainda com o fabuloso Pfaff na baliza.
Momentos mágicos
Todo esse poderio, porém, estava pronto a desmoronar-se. Bastou que Artur Jorge agarrasse a equipa no balneário em poucas palavras: «Esta final foi difícil de alcançar, tudo isto é um sonho, mas na realidade estamos a perder. Temos de ir à luta como se a vida acabasse daqui a 45 minutos. Não nos vamos perdoar se deixarmos perder este sonho». Artur acreditava nos jogadores fortes psicologicamente, lançou o repto e fez entrar Juary para o lugar de Quim.
A primeira ameaça surgiu dos pés de Futre. Aos 63m partiu com a bola nos pés, fintou quase toda a gente, mas rematou mal. Se entrasse, seria um golo de fazer inveja a Maradona, que um ano antes tinha feito um parecido à Inglaterra. O aviso estava feito e 14 minutos depois, já com Frasco em campo, o médio coloca a bola em Juary, que foge pela direita, entra na área, faz uma finta a Pfaff e cruza para a área, evitando o central Nachtweith. Madjer preparava-se para entrar na pequena área e vê a bola fugir-lhe. Eis que decide parar, abrir as pernas e empurrar a bola para o fundo de uma baliza deserta. Incrível e de calcanhar.
Dois minutos depois, instantes depois de Madjer ser assistido fora do relvado devido a cãibras, o argelino recebeu a bola de Celso, fugiu pela esquerda, fintou Pflueger e centrou largo para a área, onde estava Juary para fazer o segundo. Até ao fim nada mais. Apenas aquela correria louca do capitão João Pinto, que nunca mais largou a Taça desde que lha entregaram para as mãos. Na altura balbuciou entre lágrimas: «Meu Deus, uma rapaz como eu com a Taça dos Campeões nas mãos...»
Os momentos de euforia transportaram-se obviamente para a cidade do Porto e para os milhares de adeptos que esperavam pelos heróis em pleno Estádio das Antas. A viagem da comitiva foi uma festa, com todos os jogadores a poderem tocar na Taça.
Um dia um russo chegou junto a Deus e perguntou:
- Meu Deus, quantos anos faltam para nós termos o nível de vida do Ocidente?
Deus pensou e disse:
- Olha meu filho, faltam mais de 50 anos!
E o russo começou a chorar.
Depois veio um indiano e perguntou:
- Meu Deus, quantos anos faltam para nós termos o nível de vida do Ocidente?
Deus pensou e disse
- Olha meu filho, faltam mais de 100 anos!
E o indiano começou a chorar.
Por fim, veio um benfiquista e perguntou:
- Meu Deus, quantos anos faltam para nós sermos campeões de futebol em Portugal?
Deus pensou, pensou, pensou,... e Deus começou a chorar!
(Óscar Silva)


O Estádio do Futebol Clube do Porto, mais conhecido como Estádio das Antas, foi, como o nome indica, o estádio do Futebol Clube do Porto durante 52 anos. Foi substituído pelo Estádio do Dragão, inaugurado em 2003.
Foi numa Assembleia Geral em 1933 que surgiu a proposta de construção de um novo estádio, já que o Campo da Constituição começava a revelar-se pequeno para o FC Porto. A proposta foi aprovada por unanimidade, mas só em 1937 começaram a ser tomadas medidas no sentido de concretizar o objectivo, com a criação de um empréstimo obrigacionista. Dez anos depois foi comprada uma área de 48.000 metros quadrados na zona das Antas, na parte leste da cidade do Porto. A primeira pedra foi lançada em acto simbólico em Dezembro de 1949, tendo a obra começado cerca de um mês depois.
José Bacelar, sócio nº1 do FC Porto na altura, pagou o salário do primeiro dia de trabalho a todos os operários. A solidariedade da população da cidade e da região para com o FC Porto ficou também marcada por dois cortejos de materiais, em que dezenas de camionetas, autocarros e furgonetas seguiram em cortejo para o estádio levando material de construção.
Ao longo do processo foi necessário comprar terrenos adjacentes aos originais, pois concluiu-se que 48.000 metros quadrados não seriam suficientes para o complexo desportivo que o FC Porto pretendia construir. Comprados os referidos terrenos, a área total ascendeu aos 63.220 metros quadrados. A capacidade original do estádio era de 44.000 espectadores, distribuídos por três bancadas - duas superiores e uma lateral. O lado leste do campo não tinha bancada, sendo chamado de Porta da Maratona.
No dia 28 de Maio de 1952 o Estádio do Futebol Clube do Porto foi inaugurado numa cerimónia pomposa que contou com a presença do General Craveiro Lopes, então presidente de Portugal. Urgel Horta presidia ao FC Porto na altura.
1960 - inauguração da pista de ciclismo
1962 - inauguração da iluminação artificial
1976 - fecho da Porta da Maratona, ou seja, construção de uma bancada ao longo da lateral leste do campo, acrescida de um segundo anel - a arquibancada
1986 - rebaixamento do campo - a bancada avança na direcção do campo, substituindo a pista de ciclismo e atletismo
na década seguinte o estádio foi sendo gradualmente encadeirado - terminado o procedimento, a capacidade do estádio era de cerca de 50.000 lugares
Quando se fala no Estádio das Antas, nem sempre se fala apenas no estádio em si; a expressão pode designar também todo o complexo desportivo que, ao longo das cinco décadas de existência do estádio, foi sendo construído à sua volta. Esse complexo incluía, entre outras coisas:
o Pavilhão Américo de Sá (com capacidade para 7.000 pessoas), onde actuavam as equipas de andebol, basquetebol e hóquei em patins do FC Porto (a de basquetebol passaria a jogar no Pavilhão Rosa Mota em meados dos anos noventa)
o Pavilhão Afonso Pinto de Magalhães
uma piscina coberta (utilizada quer pela equipa de natação do FC Porto, quer por utilizadores pagantes)
três campos de treinos relvados
a primeira Loja Azul
a sala-museu do FC Porto
a Torre das Antas, onde foi instalada a sede do FC Porto
19 de Outubro de 1977 - FC Porto 4 x 0 Manchester United, 1ª mão da 2ª eliminatória da Taça das Taças 1977/78
11 de Junho de 1978 - FC Porto 4 x 0 SC Braga, vitória na última jornada do campeonato 1977/78, que permitiu ao FC Porto sagrar-se novamente campeão nacional após um jejum de 19 anos
28 de Maio de 1987 - recepção, de madrugada, aos vencedores da Taça dos Clubes Campeões Europeus que chegavam directamente de Viena
13 de Janeiro de 1988 - FC Porto 1 x 0 Ajax, 2ª mão da Supertaça Europeia 1987, vencida pelo FC Porto
15 de Junho de 1997 - FC Porto 3 x 0 Gil Vicente, a festa do primeiro Tricampeonato na história do clube
30 de Junho de 1999 - FC Porto 2 x 0 Estrela da Amadora, a festa do Penta, feito inédito no futebol português
10 de Abril de 2003 - FC Porto 4 x 1 SS Lazio, 1ª mão das meias-finais da Taça UEFA 2002/03, que o FC Porto viria a ganhar
22 de Maio de 2003 - recepção, de madrugada, aos vencedores da Taça UEFA vindos de Sevilha
Por outro lado, o dia mais negro da história do Estádio das Antas foi 16 de Dezembro de 1973, dia em que Pavão, grande jogador e ídolo dos adeptos, caiu por terra ao minuto 13 da jornada 13, contra o Vitória de Setúbal. Tinha apenas 26 anos.
O complexo das Antas começou a ser demolido em 2001; nessa altura, as equipas de andebol, hóquei em patins e natação do FC Porto passaram a competir em casa "emprestada": o Pavilhão Municipal de Santo Tirso, o Pavilhão Municipal de Fânzeres e a Piscina de Campanhã, respectivamente. Também a equipa de basquetebol deixou o Pavilhão Rosa Mota, passando a jogar no Centro de Desportos e Congressos de Matosinhos. Estas equipas continuam deslocadas mesmo após a inauguração do Estádio do Dragão, uma vez que este não inclui pavilhão nem piscina. Existe o projecto de um pavilhão a ser construído junto ao estádio, o Dragãozinho, mas que em Janeiro de 2007 ainda não saiu do papel.
O Estádio das Antas propriamente dito permaneceria intacto até à inauguração do Estádio do Dragão, em Novembro de 2003, e mesmo para além dela: devido a um grave problema com a relva do novo estádio, este não pôde começar a ser utilizado para jogos oficiais logo após a inauguração, pelo que o Estádio das Antas foi ainda palco de oito jogos oficiais, o último deles contra o Estrela da Amadora a 24 de Janeiro de 2004. A demolição começaria cerca de um mês e meio depois.
No Estádio das Antas o FC Porto jogou 1002 jogos, tendo vencido 803, empatado 119 e perdido 80.

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