Segunda-feira, 29 de Outubro de 2007

G.N.R. (Grupo Novo Rock)


GNR - Cais

Quando o mar tem pés p'ra andar
E as ondas só vêm chatear
Lá do fundo do mar imundo imensosais
Oh! Neptuno e as tuas sereias sensuais
Vendes no cais

Quando um barco se está para afundar
E só esses ratos não o quiserem abandonar
Quando a maré negra chegar
E não houver ninguém pr'ó crude limpar

Lá do fundo do mar imundo imenso sais
Oh! Neptuno e as tuas sereias sensuais
E vendes o cais

Se o pescado morre ao lado
Se ainda se ama o mar salgado
Então é ver no cinema se ainda há lodo no cais
se o mercado impera e somos todos iguais
Muito cuidado quando escorregas sempre cais

Lá do fundo do mar imundo imenso sais
Oh! Neptuno e as tuas sereias sensuais
Vendes o cais

Se o pescado morre ao lado
Se ainda se ama o mar salgado
Então é ver no cinema se ainda há lodo no cais
Se o mercado impera e vais sempre longe demais
Muito cuidado quando escorregas sempre cais

Se o mercado emperra e somos todos iguais
Atenção cuidado voltas ao cais


publicado por MJFSANTOS às 14:38
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Quarta-feira, 17 de Outubro de 2007

Académico Futebol Clube - Porto

O ACADÉMICO FUTEBOL CLUBE é um clube desportivo localizado na cidade do Porto em Portugal, que foi fundado em 15 de Setembro de 1911.


  • A origem do Clube que hoje se denomina Académico Futebol Clube - A.F.C. - remonta ao início do século XX, quando um Grupo de Estudantes, essencialmente provenientes do Liceu Alexandre Herculano e que se reunia desde 1909, deu origem em 15 de Setembro de 1911 - data oficial da formação do clube - ao Académico F.C.


  • Secundino Branco Júnior foi o primeiro Presidente desta instituição, cujas instalações destinadas à prática desportiva, eram inicialmente móveis. Em 1923 a capacidade e o espírito empreendedor dos seus orientadores e da sua massa associativa, levaram então ao início da construção do Estádio do Lima. O campo de Futebol - que viria a ser, em 1937, o primeiro relvado a nível nacional - era rodeado por duas pistas: a de Atletismo, em cinza e a de Ciclismo em cimento. Em 1927 ampliaram-se as instalações nos terrenos junto ao estádio e à sede social: campos de Ténis, jardins de recreio, parque de Campismo e Ginásio, completavam assim a grandiosa obra.


  • Por esta altura, o Académico mantinha em actividade centenas de praticantes das mais diversas modalidades, designadamente Futebol, Atletismo, Ciclismo, Râguebi, Ténis, Basquetebol, Hóquei em Campo, Ténis de Mesa, Bilhar e Ginástica, algumas destas pioneiras no norte do País.


  • Um momento bastante marcante para o Clube deu-se em 1931, aquando da distinção com o Grau de Cavaleiro da Ordem Militar de Cristo, passando esta condecoração a fazer parte do seu emblema.


  • Desde que em 1917, a equipa de Futebol masculino foi campeã de segundas categorias, conseguindo o primeiro troféu para este Clube, até aos nossos dias, muitos títulos e personalidades marcaram a história do Académico. Não caberá neste brevíssimo resumo histórico uma referência dilatada a quantos os que fizeram do clube um baluarte do desporto nortenho. Contudo, alguns nomes se devem realçar, essencialmente pela sua particularidade: Manuel Fonseca e Castro, foi o primeiro internacional de futebol de um clube da cidade do Porto; José Prata de Lima, foi o primeiro atleta Olímpico da cidade invicta tendo participado nos Jogos Olímpicos de 1928 na modalidade de Atletismo; e Ribeiro da Silva foi vencedor de duas voltas a Portugal em bicicleta nos anos de 1955 e 1957.


  • Ao fim de 53 anos de vida exemplar e digna, o Académico veio a perder o seu parque de jogos construído no estádio do Lima, não tendo porém perdido o seu idealismo, mantendo acesa a chama que sempre o orientou em toda a sua existência. Operou-se assim a “viragem imposta” na orientação da sua actividade em favor da juventude. Nos terrenos que restaram, ergueu nova obra, construindo dois pavilhões e dois ginásios. Actualmente um dos ginásios deixou de existir e passou a existir uma sala multifacetada, na qual já se praticou Ténis de Mesa e recentemente é privilegiada a competição de Bilhar.


  • Fazem também parte das instalações do Clube, um Bar/restaurante e uma sala de Fisioterapia. Actualmente existem as modalidades de Andebol, Basquetebol, Hóquei em Patins, Montanhismo e Campismo, Karaté, Bilhar, Ginástica, Kung-Fu, Taekwondo, Capoeira, Tiro com Arco e Musculação, encontrando-se a saúde em primeiro lugar, no rol das prioridades do Clube.


  • Dos atletas, dirigentes e sócios que já passaram e contribuíram para a história do Clube, alguns ainda se mantêm pelo Académico F. C., ajudando a construir o que é hoje, uma instituição de utilidade pública de grandes dimensões e com um papel desportivo e social na cidade do Porto, que mais nenhum Clube amador possui. É neste contexto de um clube eclético e que pretende estar ao serviço de uma população abrangente, que surge a carinhosamente denominada MICA - Escola de Desporto do A.F.C.-. Esta Escola está totalmente inserida no espírito jovem, desportivo e de qualidade, que sempre tem preconizado as actividades do Clube e, como tal, apresenta-se como uma alternativa conceptual que pretende também “entrar para a história” do Académico.


  • A parte histórica deste texto, foi adaptado do livroAcadémico Futebol Clube, 75 anos, 1911 – 1986

(Fonte:Wikipedia)


publicado por MJFSANTOS às 09:37
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Domingo, 14 de Outubro de 2007

Teatro Nacional S. João no Porto

Imagem:Teatro Nacional S Joao (Porto).JPG

 

O Teatro Nacional São João (TNSJ) está localizado na Praça da Batalha, cidade do Porto, Portugal.

Denominado originalmente Real Teatro de São João, o edifício primitivo foi mandado construir por Francisco de Almada e Mendonça em 1794 e projectado pelo arquitecto italiano Vicente Mazzoneschi. Foi inaugurado com a comédia "A Vivandeira" a 13 de Maio de 1798, com o intuito de assinalar os anos do príncipe regente, motivo este que, nos primeiros tempos, ainda deram o nome de Teatro do Príncipe ao referido teatro.

A estrutura interior do original Real Teatro de São João era semelhante à do Teatro Nacional de São Carlos, em Lisboa e a sua composição próxima dos teatros de tipo italiano que, na época, se tinham estabelecido como regra de sucesso.

Em 11 de Abril de 1908 um violento incêndio destruiu completamente o teatro. Não se conformando com a perda, logo uma comissão se constituiu para a sua reconstrução, que teve inicio em 1911 e terminou em 1918, com projecto de Marques da Silva.

O novo edifício, de aspecto robusto mas sem estilo definido, é composto por uma imponente frontaria guarnecida por quatro colunas jónicas, entre as quais se abrem três janelas de arco pleno e outras tantas portas. A decoração da sala de espectáculos e principais salões ficou a cargo dos pintores Acácio Lino e José de Brito e dos escultores Henrique Moreira, Diogo de Macedo e Sousa Caldas, sendo estes dois últimos responsáveis pelas quatro figuras alegóricas colocadas no friso do entablamento e que representam a Bondade, a Dor, o Ódio e o Amor.

Em 1992, o teatro foi adquirido pelo estado português.

Hoje, o edifício totalmente reconstruído é um dos principais edifícios da cidade e local de realização dos principais espectáculos culturais, nomeadamente o festival PoNTI - Porto Natal Teatro Internacional, organizado bienalmente.

(Fonte: Wikipédia)


publicado por MJFSANTOS às 01:57
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Sábado, 13 de Outubro de 2007

Carlos TÊ

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Carlos Alberto Gomes Monteiro (Cedofeita, Porto; 14 de Junho de 1955 - ) é um letrista português.

Licenciou-se em filosofia na Universidade do Porto e tornou-se notado com a edição do álbum "Ar de Rock" de Rui Veloso, para o qual deu a sua contribuição como letrista. Além da ligação à carreira de Rui Veloso escreveu letras para outros nomes como os Clã, Trovante ou Jafumega.

Carlos Tê é igualmente cantor, como demonstrou no álbum "A Voz e a Guitarra"..

Em tempos chegou a referir que desejava dar asas a um projecto musical denominado Pepsonautas mas que não chegou a ser concretizado.

Foi um dos conspiradores do projecto Cabeças No Ar que veio a dar origem a um musical.

Carlos Tê escreveu para o jornal "Público" uma série de crónicas, que marcaram a sua presença, todos os meses entre 1991 e 1994, no caderno Local do referido jornal. Nos últimos anos tem sido uma presença assídua como cronista no jornal Expresso.

Colaborou em revistas de poesia (Avatar, Quebra-Noz, Pé-de-Cabra, editadas no Porto entre 1978 e 1981) e jornais (crónicas no caderno local do Público, de 1990 a 1994). Tem um romance publicado (O Voo melancólico do melro) e três contos (Contos Supranumerários) (edição de Abril de 2001).

Portista ferrenho, foi um dos Moderados de Paranhos que em 2003 lançaram o single "Um Pouco Mais de Azul"

 


publicado por MJFSANTOS às 12:33
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Domingo, 7 de Outubro de 2007

Barco Rabelo

 

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Barco Rabelo

 

Sendo um barco de rio de montanha, o rabelo não tem quilha e é de fundo chato, com um comprimento entre os 19 e 23 metros. A sua construção, de tábuas sobrepostas, tábua trincada, é nórdica, em comparação com a do Mediterrâneo.

Com uma vela quadrada, o rabelo era manejado normalmente por 6 ou 7 homens. Quanto aos mastros, os primeiros só usavam um, enquanto que os segundos usavam também um mastro à proa.

Utiliza um remo longo.

O barco rabelo passou a ter a sua identidade bem definida, a partir de 1792, quando a Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto-Douro, publicou os alvarás e mais documentos que se relacionavam com a notável instituição pombalina. Nessa publicação, conhecida vulgarmente por Leis da Companhia, encontram-se preciosos informes, referentes tanto ao barco como aos seus tripulantes, como ainda ao tráfego a que se destinavam.

O Barco Rabelo, destinava-se ao transporte de pipas de vinho através do Douro até às caves em Vila Nova de Gaia.

Actualmente, com uma actividade diferente, os rabelos são utilizados em regatas, passeios no rio Douro (Douro Azul) e outras iniciativas para recordar os seus tempos de glória.


publicado por MJFSANTOS às 09:43
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Quinta-feira, 4 de Outubro de 2007

Coliseu do Porto

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O Coliseu do Porto é uma sala de espectáculos localizada no Porto, Portugal

História

Com projecto dos arquitectos Cassiano Branco e Júlio Brito pertencendo à Companhia de Seguros Garantia, o coliseu foi inaugurado a 19 de Dezembro de 1941, com um concerto da Sinfónica Nacional, dirigida pelo maestro Pedro de Freitas Branco.

No ano de 1995 a Companhia de Seguros AXA, então proprietária do imóvel, inicia negociações com a Igreja Universal do Reino de Deus, propondo-se esta última a comprar e a UAP a vender. Porém, várias personalidades ligadas à cultura, às artes e à autarquia local, promovem uma manifestação de repúdio à eventual transacção. Uma vez vetada pela autarquia, a transacção não se concretiza. Em Novembro de 1995, em escritura notarial outorgada entre a Câmara, a Área Metropolitana do Porto, a Secretaria de Estado da Cultura e a UAP, constitui-se uma associação sem fins lucrativos com a finalidade de adquirir o Coliseu e geri-lo como espaço de interesse cultural

Características

A sala principal do Coliseu do Porto tem 3.000 lugares sentados, entre plateia, tribunas, camarotes, frisas, galeria reservada e geral, e permite que nela sejam realizados todo o tipo de espectáculos: música, bailado, teatro, ópera, circo, cinema, etc.

O Coliseu do Porto dispõe ainda de um salão Ático com capacidade para cerca de 300 pessoas, vocacionado para pequenos bailes ou espectáculos, conferências, congressos ou assembleias enquadradas na capacidade da sala.

 

(fonte:wikipedia)

 

 

 

 


publicado por MJFSANTOS às 11:02
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Quarta-feira, 3 de Outubro de 2007

Barco Rabelo

 

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Barco Rabelo

 

Sendo um barco de rio de montanha, o rabelo não tem quilha e é de fundo chato, com um comprimento entre os 19 e 23 metros. A sua construção, de tábuas sobrepostas, tábua trincada, é nórdica, em comparação com a do Mediterrâneo.

Com uma vela quadrada, o rabelo era manejado normalmente por 6 ou 7 homens. Quanto aos mastros, os primeiros só usavam um, enquanto que os segundos usavam também um mastro à proa.

Utiliza um remo longo.

O barco rabelo passou a ter a sua identidade bem definida, a partir de 1792, quando a Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto-Douro, publicou os alvarás e mais documentos que se relacionavam com a notável instituição pombalina. Nessa publicação, conhecida vulgarmente por Leis da Companhia, encontram-se preciosos informes, referentes tanto ao barco como aos seus tripulantes, como ainda ao tráfego a que se destinavam.

O Barco Rabelo, destinava-se ao transporte de pipas de vinho através do Douro até às caves em Vila Nova de Gaia.

Actualmente, com uma actividade diferente, os rabelos são utilizados em regatas, passeios no rio Douro (Douro Azul) e outras iniciativas para recordar os seus tempos de glória.


publicado por MJFSANTOS às 14:13
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Terça-feira, 2 de Outubro de 2007

Livraria Lello & Irmão

Imagem:Lello Porto.jpg

 

A Livraria Lello e Irmão, também conhecida como livraria Chardron, ou simplesmente livraria Lello situa-se na Rua das Carmelitas,144 no Porto.

A fachada neogótica é do engenheiro Xavier Neves.

Enrique Vila-Matas, classificou-a como A mais bonita livraria do mundo

 

História

A história da livraria Lello remonta a 1869, ano em que é fundada na Rua dos Clérigos a Livraria Internacional de Ernesto Chardron.

Após o imprevisto falecimento de Chardron, aos 45 anos de idade, a casa editora foi vendida à firma Lugan & Genelioux Sucessores.

Em 1894 Mathieux Lugan vendia a Livraria Chardron a José Pinto de Sousa Lello que possuía então uma livraria na Rua do Almada.

Associado ao irmão, António Lello, mantêm a Livraria Chardron, com a razão social de José Pinto de Sousa Lello & Irmão, até 1919, ano em que o nome da sociedade muda para Lello & Irmão Lda.

 

 


publicado por MJFSANTOS às 14:54
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Domingo, 30 de Setembro de 2007

Vitória - Porto

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A Torre dos Clérigos é o ex-libris da freguesia da Vitória, uma das quatro da zona histórica da bonita cidade Invicta. Vitória confina com Miragaia, Santo Ildefonso, Cedofeita, Sé e S. Nicolau e é um dos seus principais pontos de atracção. Em todo o ano, vislumbram-se turistas pelas ruas, algumas delas bem estreitas, uma característica comum a todas as zonas históricas e que despertam bem o interesse dos visitantes de outros países. Quem nasce na Vitória jamais perde as raízes da Invicta, ficando para sempre com elos de ligação à freguesia. E a tradição ainda é o que era na Vitória. Não faltam celebrações: festas sanjoaninas, em honra do S. Roque da Vitória, em Agosto, a festa do Senhor da Boa Fortuna, com procissão - que percorre algumas das artérias da zona histórica e se realiza no último fim-de-semana de Agosto -, bem como o S. Martinho, a festa de Natal, o 25 de Abril e o 1.º de Maio. Uma das lendas prende-se com a origem do nome Vitória. Esta lenda encontra-se no livro Portugal Antigo e Moderno, de Pinho Leal: "Dizem uns que a origem de Rio Tinto, Campanhã, Batalha e Vitória proveio de um grande combate ferido, entre mouros e cristãos em volta desta cidade, e que os títulos supra comemoram os triunfos alcançados pelos cristãos nessas sanguinolentas batalhas, e os outros dizem que o título de Vitória provém da conversão de grande parte dos judeus que viviam na judiaria do Porto, em volta do local onde se erigiu a igreja que simbolizava uma conquista moral não um triunfo guerreiro". A freguesia surge aquando à origem de S. Nicolau e S. João de Belomonte, depois a criação da Sé, a primeira a existir, até 1583. O património histórico é uma das grandes virtudes desta pequena localidade, que contabiliza cerca de 4000 habitantes. O mosteiro de S. Bento da Vitória Beneditino e a Igreja Nossa Senhora da Vitória são apenas dois dos bonitos monumentos que enriquecem o vasto património desta riquíssima freguesia. Também aqui nasceu o Porto…


publicado por MJFSANTOS às 09:19
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Quarta-feira, 26 de Setembro de 2007

Porto - Miragaia - Património Humanidade

A 5 de Dezembro de 1996 em reunião da UNESCO, realizada na Cidade do México, o Centro Histórico da Cidade do Porto, foi classificado como Património Mundial, abrindo á Cidade Invicta novas perspectivas, integrando-a na rota dos grandes valores da Humanidade. 

O processo de candidatura demorou quatro anos, mas foi levado a bom termo após difíceis lutas para fazer prevalecer os argumentos da sua mais que justa pretensão.

No final, o Comité da UNESCO entendeu bem essa razões, ao justificar a inclusão do Centro Histórico do Porto  no Património Mundial com estas judiciosas palavras:

 

«Tanto como cidade como realização humana, o Centro Histórico do Porto constitui uma obra-prima do génio criativo do homem. Interesses militares, comerciais, agrícolas e demográficos convergiram neste local para abrigar uma população capaz de edificar a cidade. O resultado é uma obra de arte altamente estética e única no seu género. Trata-se de um trabalho colectivo, que não resulta de uma obra de um só período, mas de contribuições sucessivas. » 

 

O Porto Património Mundial, estende-se por Quatro  freguesias da Cidade. São elas as freguesias da Sé, de Miragaia, de S. Nicolau e da Vitória.

  

 


publicado por MJFSANTOS às 10:30
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