Sábado, 22 de Dezembro de 2007

Quiosque STCP - Santo Ildefonso - Porto

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Construído entre 1873 e 1935, o quiosque do Serviço de Transportes Colectivos do Porto é, no âmbito dos poucos quiosques que resistiram às vicissitudes da passagem do tempo, um dos exemplares mais antigo existente na cidade. A profusão destas micro-arquitecturas, de traços fora do comum, atingiu o Porto nas últimas décadas do século XIX e as primeiras do século XX: quiosques de diversas formas e cores marcavam a paisagem urbana vendendo livros, revistas, bebidas, frutas, flores, tabaco... Muito procurados pelos habitantes da Invicta, tornaram-se ponto de encontro de intelectuais e aristocratas da época. Gradualmente, toda essa vivência foi perdendo actualidade e os poucos quiosques que restam na cidade mantêm a sua actividade comercial, mas com características muito diferenciadas.
De planta rectangular com os cantos chanfrados, o quiosque do Serviço de Transportes Colectivos do Porto denota o gosto arte nova e art déco que lhe deu forma. A cobertura de quatro águas acentua-lhe a verticalidade, e toda a estrutura é rasgada por janelas rectangulares (uma janela em cada canto e duas nas fachadas de maiores dimensões), apresentando decoração geométrica nos frisos, cornija e platibanda.

 

 (Fonte: IPPAR)


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Sexta-feira, 21 de Dezembro de 2007

Chafariz d Colher em Miragaia no Porto

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Considerada uma das fontes mais antigas do Porto, o Chafariz da Colher foi construido em granito no ano de 1491, obtendo este nome em virtude de ter sido paga com uma parte dum imposto, chamado também de "colher", aplicado aos géneros alimentícios que entravam na cidade.

Reconstruida em 1629, necessitou de nova intervenção em 1940, estando situada num sitio escondido da Rua de Miragaia, a sua água foi na altura considerada uma das melhores da cidade.

 

(Fotos: IPPAR)


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Quinta-feira, 20 de Dezembro de 2007

Quiosque Largo Monpilhier - Vitória - Porto

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Construído nos anos trinta do século XX e em substituição de um outro de ferro que existia no largo desde 1910, o quiosque de Mompilhier é uma construção de madeira, com planta hexagonal, e cobertura de inspiração oriental desenhada à semelhança dos pagodes chineses, o que lhe acentua a verticalidade. Isolado no largo que lhe confere a designação, o quiosque vermelho destaca-se pela suas linhas arquitectónicas singulares, em cujas faces se rasgam uma porta com portada de madeira e duas janelas com grades.
As últimas décadas do século XIX e as primeiras do século seguinte foram pródigas na construção de quiosques na cidade do Porto. Uma situação que se compreende à luz da vida social e urbana da época, em que estas micro-arquitecturas eram ponto de encontro preferencial para escritores, poetas, intelectuais ou aristocratas . A função comercial que desde sempre lhes foi inerente mantém-se nos dias de hoje; embora as bebidas, as frutas e as flores tendam a ser substituídas essencialmente por revistas e jornais.

 

(Fonte: IPPAR)

 


 

 

 


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Quarta-feira, 19 de Dezembro de 2007

Capela Senhor e Senhora da Ajuda - Lordelo do Ouro


Não se conhece o ano da edificação da capela do Senhor e Senhora da Ajuda, nem o seu fundador, mas em 1706 já Frei Agostinho de Santa Maria alude à ermidinha da Ajuda (SANTA MARIA, 1707-1723) , tal como o Padre Carvalho da Costa , em data próxima (CARVALHO DA COSTA, tomo I). A capela deverá portanto, remontar ao final do século XVI ou início do XVII. No entanto, as obras realizadas nos anos de 1919-1920 alteraram profundamente a traça primitiva.
À ermida original deverá corresponder actualmente apenas a capela-mor, sendo que uma pequena dependência que funcionava como sacristia foi demolida no início do século XX para erguer a torre, consistório e sacristia.
De linhas arquitectónicas simples, a capela articula três espaços - nave, capela-mor e sacristia -, profusamente decorados. A nave integra o coro-alto e um púlpito, e o tecto em abóbada de berço com caixotões, apresenta telas representando episódios da vida de Jesus e de Nossa Senhora. No arco cruzeiro, que ostenta lateralmente figuras de anjos esculpidas em madeira e uma sanefa, observam-se dois altares: o do lado da epístola invoca Santo António de Lisboa e o do lado do Evangelho é dedicado a São Francisco Xavier. A capela-mor, totalmente revestida com talha dourada, contrasta fortemente com a relativa simplicidade da nave. No altar-mor, também de talha dourada, observam-se os patronos da capela - o Senhor da Ajuda na edícula, ladeado pelas imagens de Nossa Senhora e São João e, pela da Senhora, num nicho envidraçado ao centro do retábulo. Nas paredes da capela-mor, quatro telas representam a lenda do aparecimento de Nossa Senhora a Catarina Fernandes, uma lenda justificativa da construção da capela; e outros dois reproduzem episódios do transporte da imagem do Senhor da Ajuda para a capela do Lordelo.
Fonte: IPPAR


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Terça-feira, 18 de Dezembro de 2007

Fonte das Oliveiras - Porto

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A Fonte das Oliveiras, assim designada por ter sido inicialmente construída na Rua das Oliveiras, é mais um dos muitos exemplos conservados da rede de abastecimento de água à cidade, idealizada e concretizada ao longo de toda a época moderna. A sua construção remonta a 1718, ano em que uma escritura pública permite à Casa de Diogo dos Santos Mesquita gerir os recursos das nascentes de água nas imediações.
A fonte é uma obra claramente barroca, ainda que bastante simples, compondo-se de um espaldar e um pilar central, de secção rectangular. O único elemento decorativo original é uma concha, que envolve um golfinho, o qual serve de bica. O tanque, onde descarrega a água, é semicircular, igualmente desprovido de elementos decorativos exuberantes.
Em 1823, desviado o caudal do aqueduto de Paranhos, a Fonte das Oliveiras foi objecto de uma primeira remodelação, sendo remontada no cruzamento da Rua dos Mártires da Liberdade com a Rua do General Silveira, onde ainda hoje se encontra. Esta acção foi conduzida por Joaquim da Costa Lima Sampaio, mas não seria a última a que a fonte haveria de ser sujeita. Em 1880, voltou a ser intervencionada, e em 1941, numa altura em que a Câmara Municipal do Porto restaurava o património urbano de abastecimento de água à cidade, foi novamente objecto de restauro, momento assinalado por uma placa comemorativa sobre a bica.
Na campanha do século XIX, com a expansão urbana da cidade, a fonte acabou por ficar adossada a um edifício de quatro pisos, com fachada inteiramente forrada a azulejos, uma construção tipicamente oitocentista, de grande escala e procurando deter o maior impacto urbanístico possível em relação à envolvência.

 

 

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(Fonte: IPPAR)


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Segunda-feira, 17 de Dezembro de 2007

Casa e Quinta da Revolta - Campanhã - Porto

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Foi sobre uma plataforma elevada, com forte relação visual com a paisagem circundante e nas proximidades das conhecidas Quintas da Bonjóia e do Palácio do Freixo, traçadas pelo conhecido arquitecto italiano, Nicolau Nasoni (1691-1773), que, entre os séculos XVII e XVIII, se mandou erguer a Quinta, em tempos, conhecida pela designação de Revolta, talvez pelas características da sua planta, embora seja mais credível que a origem do nome decorra, justamente, de uma revolta ocorrida nas suas imediações durante as invasões francesas ou, até mesmo, na época de D. Maria I (1734-1816).
Na actualidade, este antigo complexo residencial e agrícola é, sobretudo, identificado pelo nome de "Horto do Freixo", em virtude do enorme investimento empreendido pelos actuais proprietários na área da jardinagem e dos viveiros.
Com efeito, a Quinta perpassou várias épocas e episódios até converter-se no Horto que tanta projecção lhe tem conferido nos nossos dias, resultante de várias edificações, acrescentamentos e restauros levados a cabo desde os idos de seiscentos, embora alguns autores considerem a possibilidade de o edifício primordial remontar às duas centúrias precedentes.
Uma das poucas certezas documentais residirá, no entanto, na existência, em meados do século XVIII, da Capela consagrada a Nossa Senhora da Conceição. Quase um século depois, em 1851, os 4ºs. Viscondes de Balsemão aforaram a Quinta ao próprio irmão do Visconde, José Alvo Pinto de Sousa Coutinho de Balsemão, que, entre 1857 e 1861, ter-se-á destacado na promoção da cultura e educação do território angolano. Não obstante, a Quinta seria vendida, logo na década seguinte, ao abastado negociante portuense, José Duarte de Oliveira, para, em 1918, ser comprada pelo conhecido horticultor do Porto, Alfredo Moreira da Silva, em mãos de cujos descendentes ainda permanece.
A área habitacional, propriamente dita, é composta de casa apalaçada de dois pisos, de planta em "L", abrangida por um amplo terreiro com jardim de buxo desenvolvido em torno de um tanque circular granítico. Deste conjunto será, todavia, de realçar a capela adossada à extremidade direita do seu alçado principal, ao qual se acede, aliás, por um portão encimado pela pedra de armas do século XIX, embora ainda de estilo Rocaille, dos Alvo, Brandão e Azevedo. Quanto à capela, ela destaca-se pela presença de um portal de verga curva coroado por frontão arqueado interrompido por um janelão, sendo a cornija rematada por dois pináculos, sendo ainda possível admirar no seu interior os elementos remanescentes do friso azulejar policromado oitocentista.

 

(Fonte: IPPAR)


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Sexta-feira, 14 de Dezembro de 2007

Os Azulejos no Porto

 

 As frias e cinzentas paredes das casas, igrejas e palácios da cidade do Porto ganham vida quando revestidas de pequenos azulejos. Colorindo fachadas ou formando majestosos painéis , o azulejo tornou-se uma característica profunda da cultura Portuense.

Foi no século XIX que a aplicação deste tipo de revestimento ornamental teve o seu apogeu, contribuindo para isso a influencia dos emigrantes brasileiros que ao regressarem a Portugal construíam as suas casas revestindo-as com este material.  Nessa altura a
que até então se fazia exclusivamente no sul do país, deu os seus  primeiros frutos nas cidades do Porto e de Gaia passando então por um período de grande prosperidade (os padrões de desenho em relevo caracterizam a região do norte). A maior parte da produção destinava-se à exportação para o Brasil onde a aplicação do azulejo no revestimento das fachadas dos prédios era já prática corrente
por constituir uma boa protecção para a humidade e pela sua resistência e características térmicas. No entanto podemos encontrar vestígios do uso deste material muito antes desta  altura, por exemplo, a azulejaria da Igreja da Misericórdia assente por Domingos Rocha data do ano de 1629-30 são, contudo, raros os revestimento interiores anteriores ao século XIX. Ao longo dos tempos os ceramistas foram acompanhando as diferente correntes artísticas expressando nos azulejos um pouco da história da arte, as técnicas usadas foram também mudando e evoluindo a estampilha e/ou pintura manual deram lugar à estampagem mecânica. A harmoniosa partilha da cidade entre granito e o azulejo fez com que o aspecto desta sofresse grandes alterações criando a imagem que hoje temos do Porto.
"Esta nossa cidade - seja dito para
aquelas pessoas que porventura a
conhecem menos - divide-se em
três regiões, distintas por
fisionomias particulares. A região
oriental, a central e a ocidental. O
bairro central é o portuense
propriamente dito; o oriental, o
brasileiro; o ocidental, o inglês. (...).
O bairro oriental é principalmente
Brasileiro, por mais procurado pelos
Capitalistas que recolhem da
América. Predominam nestes
enormes moles graníticas, a que
chamam palacetes; o portal largo,
as paredes de azulejo azul, verde
ou amarelo, liso ou de relevo; o
telhado de beiral azul; as varandas
azuis e douradas; (...)."
PortoXXI

 


 

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Quinta-feira, 13 de Dezembro de 2007

Chafariz do Passeio Alegre no Porto

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Projectado pelo arquitecto que mais marcou o barroco portuense, Nicolau Nasoni, o Chafariz que actualmente decora um trecho do Passeio Alegre foi inicialmente concebido para os jardins da Quinta da Prelada, numa solução cenográfica que deveria integrar outros elementos decorativos a acompanhar o monumental chafariz. No século XX, com a compra da Quinta pela Câmara Municipal do Porto, a obra de Nasoni acabou por ser desarticulada do conjunto onde se ineria, transitando em seguida para o Passeio Alegre, onde actualmente se encontra, seguindo o mesmo percurso dos dois obeliscos também projectados por Nasoni, que se encontram à entrada do passeio.
Artisticamente, o chafariz é uma obra monumental, salientando-se a enorme coluna central, profusamente decorada em secções de motivos de vegetalistas e zoomórficos, terminando num fogaréu. A água brota de quatro carrancas situadas numa taça média que ladeia a coluna, descarregando para uma taça inferior, situada ao nível da cota do terreno. Esta última delimita o próprio chafariz, exibindo em planta uma forma de trevo, hoje realçada pela posição de realce que ocupa no próprio jardim, definindo um largo, e constituindo um dos
eixos do percurso.

 

 

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(Fonte: IPPAR)


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Quarta-feira, 12 de Dezembro de 2007

Chafariz das Virtudes no Porto

 

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Construído em 1619 e designado também como Fonte do Rio Frio, o Chafariz das Virtudes insere-se no programa camarário de abastecimento de água à cidade e de racionalização dos recursos dispersos no espaço urbano, processo que decorreu ao longo de toda a Idade Moderna, à medida que a cidade crescia. As informações sobra a sua construção são muito escassas, tendo sobrevivido até hoje a indicação de que terá sido concebida por Pantaleão de Seabra e Sousa, fidalgo da Casa Real e Regedor da Cidade.
Artisticamente, trata-se de uma fonte barroca, organizada em três panos sobre uma mesma parede fundeira. O pano central é o mais decorado, delimitado por duas pilastras e entablamento sugerido e com uma inscrição emoldurada ao centro, de mármore, onde se inscreveu a data de edificação do conjunto. Por cima, dois castelos representando as armas da cidade ladeiam um nicho hoje vazio, mas que se pensa ter sido concebido para abrigar uma imagem de Nossa Senhora das Virtudes. A coroar o chafariz um frontão circular, levemente abatido, cortado ao meio para realçar o escudo com as armas reais, uma composição posterior, de feição já neoclássica, e que atenua levemente a rigidez horizontal com que terminava originalmente o chafariz.

 

Fonte: IPPAR


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Terça-feira, 11 de Dezembro de 2007

Casa da Rua da Alfândega Velha ou Casa do Infante

 




Em 1120, o casario junto à Sé do Porto, juntamente com várias isenções e propriedades anexas, foi doado pela rainha D. Teresa ao bispado da diocese, cinco anos antes separada da metrópole bracarense. O burgo portuense pertencia desde então à Mitra, que dominava igualmente o comércio marítimo e fluvial em torno da movimentada zona ribeirinha. Ao longo do século XIII, a Coroa manifestaria uma natural tendência para, em marcada oposição ao Bispado, assumir o rendoso senhorio aduaneiro do Porto, começando pela tentativa de instalar infra-estruturas régias em áreas limítrofes dos domínios eclesiásticos, caso de Vila Nova de Gaia, a partir de 1255, ou, já no século XIV, em casas junto à ermida de São Nicolau, perto da Fonte Taurina, então Fonte Aurina. E é justamente na sequência deste movimento que D Afonso IV manda erguer, em 1354, uma imponente casa da Alfândega, na margem direita do Douro, onde funcionaria também a Casa da Moeda, já laborando no reinado de D. Fernando, embora apenas em 1406 D. João I tenha ordenado o acrescentamento do anexo a esta destinado.
Os recentes estudos e as importantes escavações arqueológicas realizadas no complexo alfandegário revelam uma estrutura primitiva constituída por dois torreões unidos através de um pátio central, claro modelo medieval de edifício urbano de "prestígio" (REAL, GOMES, TEIXEIRA, 1992) entretanto radicalmente alterada por obras de ampliação sucessivas desde o século XV. Para além de alfândega e armazém de mercadorias, o edifício serviria ainda para albergar os funcionários régios, e possivelmente também o rei e a família real durante as suas estadias no burgo, inclusivamente por ser este o primeiro imóvel régio do Porto, e o mais importante prédio civil, permanecendo durante a época medieval como símbolo da afirmação do poder real na cidade. A descoberta da zona habitacional parece confirmar a tradição segundo a qual nesta casa terá nascido, em 1394, o Infante D. Henrique, donde a designação de Casa do Infante.
O "almazém" régio foi ampliado no século XV, devido ao crescimento do comércio marítimo na cidade, que continuaria a acentuar-se ao longo dos séculos seguintes. Em 1656 foram realizadas obras das quais pouco se conhece, e a partir de 1677, por ordem de D. Pedro II e execução do marquês da Fronteira, vedor da Fazenda, a Casa da Alfândega foi praticamente reedificada. Manteve-se o pátio interior, mas as torres quatrocentistas foram substituídas por alpendres cobertos, e a cota dos novos pavimentos foi uniformizada. Os armazéns interiores foram unidos num espaço organizado em três naves com arcarias, e a fachada principal, que em 1462 já avançara em direcção à rua, recebeu mais dois pisos, passando a dominar de forma ainda mais marcante o espaço público. Neste corpo principal funcionavam então os serviços deslocados das torres, e aí foi construída uma larga escadaria central de acesso à zona de habitação do segundo piso.
Até finais do século XIX não foram realizadas obras de grande significado, embora se tenham aberto portas de ligação com um edifício contíguo, para ampliar os serviços. Com a construção da nova Alfândega em Miragaia, em funcionamento a partir de 1869, as antigas instalações foram progressivamente abandonadas, e o corpo posterior foi arrendado. Já em meados do século XX, cessado o arrendamento, o conjunto sofreu importantes obras de conservação; as escavações arqueológicas em curso a partir de 1991 permitiram identificar, para além das citadas estruturas medievais, também os vestígios de uma grande construção romana, com pavimentos em mosaico, datável do Baixo Império. As mesmas escavações permitiram conhecer o mestre arquitecto das obras medievais, João Eanes Melacho, cujo nome consta de uma inscrição quatrocentista num cunhal do edifício. Actualmente, funcionam aí os serviços do Arquivo Histórico Municipal. Destacam-se o escudo de armas de D. João I, no nº 47, e o portal setecentista da entrada da Rua do Infante D. Henrique, no nº 53.

(Fonte: IPPAR)


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