Quinta-feira, 22 de Maio de 2008

Mosteiro de São Miguel de Vilarinho - Santo Tirso - Porto

 


O Mosteiro de São Miguel de Vilarinho é um mosteiro de Portugal.

Ao longo dos séculos, Vilarinho viveu em torno do seu mosteiro, como, aliás, era comum em quase todas as freguesias que abrigavam edifícios do género. Mosteiro de VilarinhoFoi este, de Cónegos Regrantes de Santo Agostinho e, dizem alguns autores, terá sido uma abadia secular muito rica, fundada anteriormente a 1070, para sepultura de uns fidalgos da geração dos Fafes.

O seu abade, Gonçalo Anees Fafes, fundou junto a este templo, o convento, ao qual aplicou as rendas da sua abadia e do qual foi o seu primeiro abade vitalício. A construção do mosteiro foi iniciada em 1070, em 1074 já estava concluído e era habitado por 10 cónegos. O Mosteiro de Vilarinho vem abundantemente documentado nos séculos XIII e XIV, nomeadamente, no "Censual do Cabido da Sé do Porto" (1120).

Os bens do mosteiro, entregue aos comendatários, foram largamente esbanjados e, depois da extinção deles, as suas rendas foram unidas ao Mosteiro de Landim, tendo sido já, anteriormente, em 1488, unido ao de Roriz.

No início do século XVIII, em 1706, apenas dois frades habitavam o mosteiro e, em 1834, com a extinção das Ordens Religiosas, a igreja paroquial, os restantes edifícios e propriedades, foram vendidos a particulares.

A antiga igreja paroquial de São Miguel de Vilarinho, em estilo românico, é possivelmente do século XII, apesar de ter sofrido já algumas modificações em épocas posteriores. No claustro, do qual só restam vestígios, existe um arco sólido com um túmulo datado do século XIII ou XIV. Nele está sepultado o Prior D. João Gonçalves. Esta igreja é considerada desde 1953, "imóvel de interesse público".

 


Texto: (wikipedia)

Foto: DGEMN: DSID

 


 


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Terça-feira, 20 de Maio de 2008

Fortaleza de Nossa Senhora da Conceição - Póvoa do Varzim - Porto

 


A Fortaleza de Nossa Senhora da Conceição foi edificada no começo do século XVIII, entre 1701 e 1740, coincidindo com o reinado de D. Pedro II e D. João V. Situada frente ao porto, na Avenida dos Banhos, foi utilizada para a defesa dos ataques piratas tão frequentes em aqueles tempos. É um edifício de traçado pentagonal em que se destacam suas muralhas e seus quatro baluartes. Seu portal está coroado pelo escudo real e por seu campanário. Possui nas suas instalações uma capela com a imagem da Nossa Senhora da Conceição do século XVIII, situada na tribuna, e um retábulo barroco com quatro colunas. Actualmente é a sede do quartel da Brigada Fiscal da G.N.R. Classificada como Imóvel de Interesse Público.


 

 

 

LINKS:

 

 


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Domingo, 18 de Maio de 2008

Igreja de São Gens de Boelhe - Penafiel

 

 


Implantada junto à igreja paroquial, a igreja de São Gens de Boelhe é uma construção de época românica que remonta ao século XIII.

 

De planta longitudinal, desenvolve-se em nave única articulada com capela-mor, mais baixa, através de arco triunfal de volta perfeita.

 

A fachada principal caracteriza-se pelo portal em arco apontado, de três arquivoltas com quadrifólios, que assentam sobre impostas, e colunas com bases em forma de bolbo e capitéis decorados. Sobre o pórtico, abre-se uma fresta e à direita, sobre a empena, a sineira. Os volumes exteriores, percorridos por cachorrada (de motivos variados), reflectem o espaço interno, com a capela-mor mais baixa de forma a permitir a existência de um óculo de iluminação na parede fundeira da nave, sobre o arco triunfal. Em ambos os alçados laterais

o pano da nave é aberto por portas sobrepujadas por frestas.

 

No interior, impera a depuração, apenas havendo a assinalar o arco triunfal, com impostas salientes.

 


 


Fotos: DGEMN: DSID
Texto: IPPAR - (RC)


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Sexta-feira, 16 de Maio de 2008

Igreja do Salvador de Paço de Sousa - Penafiel

 

 


O principal mosteiro medieval da bacia do rio Sousa possui uma história rica, que tem o seu início muito antes da construção do edifício que, na actualidade, subsiste. Em 956, uma primeira comunidade familiar foi aqui fundada por D. Tructesindo Galindiz e sua mulher, Animia, sobre os restos do que se pensa ter sido uma uilla romana, mas de que não se detectaram ainda vestígios materiais. Sensivelmente um século depois, o cenóbio foi objecto de grandes reformas, no contexto proto-românico que caracteriza as décadas finais do século XI na diocese de Braga. Em 1088, com a presença solene do bispo D. Pedro, o novo templo foi sagrado.

 

As dúvidas acerca da cronologia exacta a atribuir às diferentes partes do conjunto iniciam-se com essa sagração. Sabemos que, nos inícios do século XII, o mosteiro estava já na posse dos Beneditinos que, com certeza, patrocinaram a construção do actual edifício, mas a data exacta desta vasta campanha e, sobretudo, o ritmo das obras não estão, ainda, suficientemente esclarecidos. As obras não se terão iniciado antes de 1166, e prolongaram-se extraordinariamente, avançando lentamente sobre todo o século XIII e entrando, mesmo, no XIV.

 

Segundo a interpretação de Carlos Alberto Ferreira de Almeida, a empreitada românica iniciou-se pela fachada principal (e não pela cabeceira, como era habitual), porque terá havido a necessidade de se manter "boa parte da igreja anterior, enquanto se não adiantasse o corpo da nova", por forma a não se interromper o culto. Desta forma, o autor identificou três fases essenciais, bastante espaçadas no tempo, correspondendo a três diferentes impulsos construtivos: frontaria; corpo e cabeceira. Os argumentos que utilizou são de aceitar nas suas linhas essenciais, uma vez que, entre estes patamares de obra, existem suficientes elementos estilísticos diferenciadores.

 

Apesar destas discrepâncias, e das numerosas influências artísticas que aqui podemos identificar (assuntos que, pela sua complexidade, não podemos aqui desenvolver), o plano arquitectónico subordina-se à tipologia de templo beneditino de três naves, seguido em Portugal nos séculos XII e XIII: corpo tripartido em naves de quatro tramos, separadas por arcos diafragmas e cobertas por tecto de madeira; cabeceira igualmente tripartida, escalonada, com paredes testeiras redondas, e interior abobadado. Infelizmente, a capela-mor foi substituída, em 1741, pela actual, de planta rectangular e muito mais profunda, assim como desapareceu a capela de D. Egas Moniz, mandada destruir em 1605. Outras transformações ocorreram na época moderna, alterando-se, por completo, a fisionomia das áreas monacais e, principalmente, na década de 30 do século XX, quando se procedeu ao restauro de todo o conjunto.

 

No interior da igreja, conserva-se o mais importante túmulo românico nacional: o monumento funerário de D. Egas Moniz, tutor de D. Afonso Henriques e principal impulsionador do mosteiro, em cujas imediações possuía paço. A actual configuração da obra é o resultado de duas épocas distintas, uma realizada na segunda metade do século XII, pouco depois da morte deste nobre (1146) e outra pelos meados do século XIII, altura em que se terá refeito o túmulo.

Iconograficamente, é plena de actualidade com o que então se fazia noutros reinos da Europa ocidental, representando-se nela cenas da vida do tumulado, o passamento da sua alma e a deposição na terra. Por corresponder a uma atitude individual da história de Egas Moniz, merece destaque a viagem que empreendeu a Toledo, para se entregar a Afonso VII, a quem havia prestado vassalagem no cerco de Guimarães, atitude de verdadeiro e fiel membro da nobreza, que o fez abandonar o seu anterior senhor, Afonso Henriques. Num dos topos, representa-se o passamento da sua alma, simbolizada numa pequena figura nua, que sai da boca do seu corpo já sem vida.


Texto: IPPAR - PF

 


 

 


Fotos: Fmars


publicado por MJFSANTOS às 03:45
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Quinta-feira, 15 de Maio de 2008

Igreja de São Miguel da Eja - Entre-os-Rios - Penafiel

 

 

 


A posição dominante do pequeno planalto onde se ergue a igreja ilustra a importância estratégica do local, tutelar sobre este importante sector do curso do rio Douro. Desde a proto-história que o sítio foi, por isso, ocupado, restando troços de muralha de um castro e registando-se o aparecimento de cerâmica romana tardia. Na Alta Idade Média, Eja foi sede do território de Anégia, documentado desde o século IX e activo administrativamente até às vésperas da nacionalidade .

O actual templo românico é posterior a tudo isto e data presumivelmente do século XIII. Nesta altura, já há muito o centro decisório regional havia deixado Eja, o que explica, em parte, a modéstia da construção: templo de nave única e capela-mor quadrangular mais baixa e estreita que o corpo; alçados escassamente fenestrados e destituídos de pormenores decorativos relevantes; fachada principal de escassa volumetria, rasgada por portal de arco apontado a que se sobrepõe pequena fresta; arco triunfal igualmente apontado, decorado sumariamente com motivos geométricos e vegetalistas.

Aparentemente, os séculos da Baixa Idade Média e da Modernidade deixaram escassas marcas no monumento. Só no período barroco se noticia a renovação do altar, com colocação de um retábulo de talha dourada, de estilo nacional, seccionado por três arcos de volta perfeita. As obras de actualização estética continuaram na centúria seguinte, edificando-se o coro-alto e introduzindo-se os retábulos laterais.

No período áureo da intervenção patrimonial no nosso Românico (coincidente com a vigência do Estado Novo), a igreja foi objecto de um orçamento preliminar, mas não se chegou a consumar qualquer restauro. Este só se materializou na década de 80 do século XX, facto que motivou a preservação do património integrado / móvel da época moderna. Novas intervenções de conservação ocorreram na última década e o monumento faz parte integrante da Rota do Românico do Vale do Sousa, uma das escassas rotas turísticas medievais, de carácter temático-regional, do país.

 


Foto: Fmars
Texto: IPAAR - PAF

 


publicado por MJFSANTOS às 03:44
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Quarta-feira, 14 de Maio de 2008

Pelourinho de Penafiel

Na antiga localidade de Arrifana do Sousa foi fundada uma villa, no século IX, que viria a dar origem ao concelho de Penafiel. Segundo parece, esta villa teve primeiro foral anterior à nacionalidade, dado ainda pelo Conde D. Henrique, e confirmado por D. Afonso Henriques. Teve ainda foral novo, de D. Manuel, outorgado em 1519. O actual topónimo, ainda que já referenciado documentalmente a partir do século XI, só ficaria definitivamente estabelecido em 1770, quando D. José lhe concedeu o título de cidade. Conserva um pelourinho, hoje levantado na Praça do Município de Penafiel, mas que foi originalmente construído na Arrifana, junto do velho tribunal e cadeia comarcã.

O pelourinho está implantado num dos extremos da praça, junto da cabeceira da Igreja da Misericórdia, sabendo-se que em finais do século XIX e início do século XX se encontrava noutro local do mesmo largo. Eleva-se sobre plataforma singela, circular, sobre a qual assenta a base da coluna, em plinto quadrangular com arestas chanfradas. A coluna possui fuste cilíndrico e liso, sendo rematada por um estreito astrágalo, a partir do qual se desenvolve o remate. Este é constituído por um tronco cónico liso, com perfil côncavo e rebordo inferior, muito alongado, de forma a atravessar uma grande bola, de cujo topo sai a extremidade do cone. Aí se crava uma longa haste de ferro, rematada em cruz de Cristo vazada, e com pequena esfera e bandeirola de catavento a meio.

A tipologia do conjunto sugere construção oitocentista, provavelmente subsequente à elevação de Penafiel a cidade, em 1770.


Texto: IPPAR - Sílvia Leite


publicado por MJFSANTOS às 03:10
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Terça-feira, 13 de Maio de 2008

Janela da Reboleira -Penafiel

Foto: www.monumentos.pt

 


A designada Janela da Reboleira integrava originalmente a estrutura de uma casa edificada na zona ribeirinha da cidade do Porto, situada na esquina que une a Rua da Alfândega e a Rua da Fonte Taurina. Esta casa, que terá sido edificada entre os meados do século XV e o início da centúria de Quinhentos, foi demolida no século XIX.

A janela, possivelmente pela sua interessante estrutura, foi poupada da demolição, e em 1880 Tomás Sandeman doou-a a Manuel Pedro Guedes, proprietário da Quinta da Aveleda, em Penafiel.

Esta quinta, conhecida pela sua produção vinícola, foi edificada no século XVI, sendo então uma propriedade foreira que passou por várias gerações da mesma família. Na segunda metade do século XIX a quinta foi reabilitada por Manuel Pedro Guedes, deputado e autarca, que ao longo da década de 60 foi adquirindo diversos terrenos em volta da Aveleda, o que lhe permitiu alargar consideravelmente a propriedade familiar. Nessa época, a casa e a capela foram restauradas, e o espaço exterior junto à casa foi transformado num jardim de gosto romântico, no qual foram incorporados elementos de gosto revivalista. Foi o caso da janela quinhentista da Reboleira, colocada numa ilhota artificial localizada no centro do designado Lago Grande.

A Janela da Reboleira é uma grande janela de ângulo com balcão formada por dois arcos abatidos que se apoiam numa coluna jónica, colocada ao centro. No interior da estrutura foram edificadas duas conversadeiras, e toda a estrutura exterior é decorada com motivos vegetalistas, muito comuns nos programas decorativos manuelinos, o que indica a data da sua edificação, situando-a nos primeiros anos do século XVI.


 
Texto: IPPAR - C. O.


 


publicado por MJFSANTOS às 02:13
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Domingo, 11 de Maio de 2008

Estátua Guilherme Gomes Fernandes - Porto

Foto: Teodias

 


Comandante dos bombeiros voluntários do Porto, nasceu na Baía em 1850 e notabilizou-se como inspector dos Serviços de Incêndio. Tendo levado a Paris em 1910 os bombeiros portuenses para o campeonato do mundo das respectivas corporações, alcançou o 1º prémio.


Faleceu em Lisboa no de 1902.


Monumento com busto de bronze modelado por Bento Cândido da Silva e inaugurado em 1915, na Praça Guilherme Gomes Fernandes que nessa época tinha outro nome.

 


 


publicado por MJFSANTOS às 01:57
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Sábado, 10 de Maio de 2008

Estátua Esforço Colonizador Português - Praça do Império - Porto

Foto: Escrita com Luz


No arranque do regime político corporativo, adoptou-se uma política de colonização dos territórios sob a administração portuguesa, em especial, os do Continente Africano.

As exposições coloniais estavam integradas na execução dessa política. Para essas exposições, criaram-se alguns elementos decorativos . E o caso deste monumento composto por um obelisco encimado com as armas nacionais; na base, seis esculturas estilizadas simbolizam as figuras a quem se deve o esforço colonizador: a mulher, o militar, o missionário, o comerciante, o agricultor e o médico.

Monumento em granito, executado e projectado por Sousa Caldas e Alferes Alberto Ponce de Castro, realizado em 1934, para a exposição colonial do Porto, colocado presentemente, na Praça do Império.



publicado por MJFSANTOS às 01:20
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Domingo, 20 de Abril de 2008

Cruzeiro de Leça do Balio - Matosinhos

 


 

 
D. Frei João Coelho, Grão-Mestre da Ordem do Hospital (mais tarde Ordem de Malta) e comendador de Leça do Bailio entre 1452 e 1515, comissionou ao escultor coimbrão Diogo Pires O Moço uma série de trabalhos na igreja do Mosteiro de Santa Maria. Entre as encomendas, encontra-se o túmulo com estátua jacente do próprio comendador, falecido em 1515, bem como a pia baptismal, e finalmente o cruzeiro fronteiro ao templo, todo realizados entre 1513 e 1515.
O cruzeiro encontra-se presentemente reconstruído diante do portal Sul da igreja, enquadrado por um gradeamento baixo, o conjunto abrigado sob um alpendre de linhas contemporâneas. Trata-se de um monumento típico dos alvores de Quinhentos, quando Diogo Pires se encontrava no auge da carreira; a pia baptismal da igreja, delicada obra da Renascença, é considerada de resto uma das melhores realizações do escultor. Sobre um soco de dois degraus quadrangulares, em granito, datado da época da reconstituição, ergue-se o cruzeiro, integralmente talhado em pedra de ançã, e constituído por base poligonal, fuste cilíndrico, e crucifixo. A coluna do fuste é interrompida, a meia altura, por um anel ornamentado com boleados e flores de liz, que ostenta uma legenda em letra gótica incluindo o ano de construção, 1514. Os motivos decorativos, também presentes num aro da base, repetem-se novamente em anel no topo do fuste, sobre o qual se destaca um capitel ornado de gordas folhas de acanto, sobre o qual se levanta a cruz latina. Os braços desta, de secção quadrada, são decorados com florões ao correr das faces, e rematados por cogulhos vegetalistas, temas de resto muito presentes na obra de Diogo Pires, particularmente após o seu contacto com os escultores flamengos sediados em Coimbra nos últimos anos do século XV e inícios do século XVI, com quem colaborou, e com quem terá absorvido a técnica típica da talha em madeira e o uso de motivos naturalistas. De referir ainda a presença do brasão dos Coelhos, evocativo do encomendante, oriundo de uma família da alta nobreza.
Após a extinção das ordens religiosas, no século XIX, a igreja e toda a cerca conventual foram votadas ao abandono. O cruzeiro chegou a ser mutilado, datando o seu restauro e recolocação de 1964-66, quando se ergueu igualmente a plataforma, o gradeamento e a estrutura de protecção do conjunto.

 


 

 


Fonte: IPPAR (Fotos: José Eduardo Gama/2006)


publicado por MJFSANTOS às 01:07
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