Domingo, 18 de Novembro de 2007

Inauguração Maior Árvore Natal da Europa no Porto

Photo Sharing and File Hosting at Badongo.com

Milhares de pessoas assistiram esta noite à inauguração da árvore de Natal do Porto, "a maior da Europa", em plena Avenida dos Aliados, num cerimónia que misturou muito fogo-de-artifício e música.

A árvore, sob a forma de um cone brilhante com 76 metros de altura, encimado por uma estrela azul, conta com 2,4 milhões de microlâmpadas multicoloridas.

Rui Rio, presidente da câmara municipal do Porto, e Filipe Pinhal, presidente do Millenium BCP, que ofereceu a árvore à cidade, accionaram, em conjunto, um dispositivo montado à porta dos paços do concelho e, finalmente a multidão, que já dava mostras de algumas impaciência, pôde então admirar a árvore iluminada.

"Espectacular", "o máximo", "é linda", afirmaram algumas das pessoas presentes no local acerca desta árvore.

Rio declarou-se "convencido" de que a árvore e as outras atracções distribuídas pela cidade, para animar a época natalícia, vão trazer mais pessoas à Baixa.

"Neste Natal, vamos bater o recorde de pessoas que vêm aqui", sublinhou.

Além da árvore, cuja altura não ultrapassa a da Torre dos Clérigos, a Câmara montou uma roda gigante no Jardim da Cordoaria, um pista de gelo na Praça de D. João I e insufláveis da Praça dos Poveiros.

O acesso a estes equipamentos é grátis.

A árvore ficará nos Aliados até 6 de Janeiro de 2008.

© 2007 LUSA - Agência de Notícias de Portugal, S.A.

VER VIDEO EM: IOL VIDEOS


publicado por MJFSANTOS às 10:22
link do post | comentar | favorito
Sábado, 17 de Novembro de 2007

A maior árvore de Natal da Europa já está em pé - 2007

Photo Sharing and File Hosting at Badongo.com

Está de pé a maior árvore de Natal da Europa. A estrutura, montada na Avenida dos Aliados, no Porto, tem vindo a ser colocada desde o dia 24 de Setembro. Ontem, foi posto o último nível o topo da árvore. Após esta última fase, em que estiveram envolvidos cerca de 30 trabalhadores, falta apenas a programação da parte eléctrica que dará cor e "vida" à estrutura metálica. A inauguração está marcada para o próximo sábado, pelas 20 horas, onde a árvore iluminará a Baixa do Porto, depois de ter cumprido idêntica função em Lisboa, no ano passado. Ao som das badaladas do relógio, que marcavam as 11 horas, o topo da árvore começou a ser lentamente erguido no ar para deleite das dezenas de curiosos que se deslocaram à Avenida dos Aliados e que, munidos de câmaras fotográficas, quiseram registar o momento da união do topo com o resto da estrutura. Joaquim Magalhães, uma das pessoas que se dirigiram ao local, dizia-se satisfeito com o erguer da árvore na Baixa portuense. Mas não se inibiu de criticar os cortes do trânsito a que aquela zona tem sido sujeita por causa desta iniciativa do Millennium BCP. "Foi mal feito. Deviam ter avisado os automobilistas atempadamente para seguirem por outro caminho. Já é uma confusão nos outros dias", afirmou, ao JN. Com efeito, nesta última fase de colocação da árvore, o trânsito foi cortado, provocando alguns transtornos. Na passada sexta-feira, dia em que estava marcada a inauguração de um shopping na Rua de Fernandes Tomás, o tráfego esteve cortado entre o meio-dia e as 17 horas horas e ontem voltou a estar cortado desde as 6.30 até cerca das 15 horas devido a problemas técnicos. Contactado pelo JN, Ricardo Almeida, director da PortoLazer, empresa municipal que apoia esta iniciativa, lamentou os transtornos causados: "Temos a percepção de que causa incómodo e tentamos fazer os cortes nas horas de menos trânsito. Temos a certeza de que a população percebe o interesse e o impacto da árvore na Baixa do Porto". Ricardo Almeida afirmou, ainda, estarem previstos "fluxos elevados de trânsito àquela zona, com as pessoas a irem ver a árvore e outras actividades". "Assim, será feita uma campanha de sensibilização durante esta semana para que se utilizem os transportes públicos em vez dos carros", acrescentou. A árvore de Natal é composta por oito níveis, num total de 280 toneladas e mais de 15 mil lâmpadas . Tem 26 metros de diâmetro e mede 76 metros de altura ( tantos como os da Torre dos Clérigos). A estrutura poderá ser visitada até ao dia sete de Janeiro do próximo ano.

(Fonte: JN)



publicado por MJFSANTOS às 16:30
link do post | comentar | favorito
Quarta-feira, 9 de Maio de 2007

DIA DA EUROPA

 

9 de Maio 2007 - cartaz

 

Em 9 de Maio de 1950, Robert Schuman apresentou uma proposta de criação de uma Europa organizada, requisito indispensável para a manutenção de relações pacíficas.

Esta proposta, conhecida como "Declaração Schuman", é considerada o começo da criação do que é hoje a União Europeia.

Actualmente o dia 9 de Maio tornou-se um símbolo europeu (Dia da Europa) que, juntamente com a bandeira, o hino, a divisa e a moeda única (o euro), identifica a identidade política da União Europeia. O Dia da Europa constitui uma oportunidade para desenvolver actividades e festejos que aproximam a Europa dos seus cidadãos e os povos da União entre si.

 

Que é o Dia da Europa ?

Ao verem nas agendas e nos calendários o dia 9 de Maio identificado como "Dia da Europa", muitas pessoas interrogam-se sobre o que se terá passado nessa data e em que ano terá tido lugar esse acontecimento. 

Com efeito, poucos cidadãos europeus sabem que a 9 de Maio de 1950 nasceu a Europa comunitária, numa altura em que, devemos recordá-lo, a perspectiva de uma terceira guerra mundial angustiava toda a Europa. 

Nesse dia, em Paris, a imprensa foi convocada para as dezoito horas no Salon de l'Horloge do Quai d'Orsay, quartel-general do Ministério dos Negócios Estrangeiros francês, para uma "comunicação da maior importância". 

As primeiras linhas da declaração de 9 de Maio de 1950, redigida por Jean Monnet, comentada e lida à imprensa por Robert Schuman, Ministro dos Negócios Estrangeiros da França, dão imediatamente uma ideia da ambição da proposta: "A paz mundial não poderá ser salvaguardada sem uma criatividade à medida dos perigos que a ameaçam". "Através da colocação em comum de produções de base e da instituição de uma Alta Autoridade nova, cujas decisões ligarão a França, a Alemanha e os países que a ela aderirem, esta proposta constituirá a primeira base concreta de uma federação europeia, indispensável à preservação da paz". 

Foto - Bandeira europeia tendo como pano de fundo um andaime metálicoEra assim proposta a criação de uma instituição europeia supranacional, incumbida de gerir as matérias-primas que nessa altura constituíam a base do poderio militar, o carvão e o aço. Ora, os países convidados a renunciar desta forma ao controlo exclusivamente nacional destes recursos fundamentais para a guerra, só há muito pouco tempo tinham deixado de se destruir mutuamente num conflito terrível, de que tinham resultado incalculáveis prejuízos materiais e, sobretudo, danos morais: ódios, rancores e preconceitos. 

Assim, tudo começou nesse dia, razão que levou os Chefes de Estado e de Governo, na Cimeira de Milão de 1985, a decidirem celebrar o 9 de Maio como "Dia da Europa".

Os diversos países, ao decidirem democraticamente aderir à União Europeia, adoptam os valores da paz e da solidariedade, pedra angular do edifício comunitário. 

Estes valores concretizam-se no desenvolvimento económico e social e no equilíbrio ambiental e regional, únicos garantes de uma repartição equilibrada do bem-estar entre os cidadãos. 

A Europa, enquanto conjunto de povos conscientes de pertencerem a uma mesma entidade que abrange culturas análogas ou complementares, existe já há séculos. No entanto, a consciência desta unidade fundamental, enquanto não deu origem a regras e a instituições, não pôde evitar os conflitos entre os países europeus. Ainda hoje, alguns países que não fazem parte da União Europeia não estão ao abrigo de tragédias terríveis. 

Como qualquer obra humana desta envergadura, a integração da Europa não se constrói num dia, nem em algumas décadas: as lacunas são ainda numerosas e as imperfeições evidentes. A construção iniciada imediatamente a seguir à II Guerra Mundial foi muito inovadora: o que nos séculos ou milénios precedentes podia assemelhar-se a uma tentativa de união, foi na realidade o fruto de uma vitória de uns sobre os outros. Estas construções não podiam durar, pois os vencidos só tinham uma aspiração: recuperar a sua autonomia. 

Hoje ambicionamos algo completamente diferente: construir uma Europa que respeite a liberdade e a identidade de cada um dos povos que a compõem, gerida em conjunto e aplicando o princípio segundo o qual apenas se deve fazer em comum o que pode ser mais bem feito dessa forma. Só a união dos povos pode garantir à Europa o controlo do seu destino e a sua influência no mundo. 

A União Europeia está atenta aos desejos dos cidadãos e coloca-se ao seu serviço. Conservando a sua especificidade, os seus hábitos e a sua língua, todos os cidadãos se devem sentir em casa na "pátria europeia", onde podem circular livremente.

Declaração Schuman de 9 de Maio de 1950

Este é o texto integral da proposição, apresentada por Robert Schuman, Ministro Françês dos Negócios Estrangeiros, e que levou à criação da União Europeia :

A paz mundial não poderá ser salvaguardada sem esforços criadores à medida dos perigos que a ameaçam.
A contribuição que uma Europa organizada e viva pode dar à civilização é indispensável para a mauntenção de relações pacificas. A França, ao assumir -se desde há mais de 20 anos como defensora de uma Europa unida, teve sempre por objectivo essencial servir a paz. A Europa não foi construida, tivemos a guerra.

A Europa não se fará de um golpe, nem numa construção de conjunto: far-se-à por meio de realizações concretas que criem em primeiro lugar uma solidariedade de facto. A união das nações europeias exige que seja eliminada a secular oposição entre a França e a Alemanha.
Com esse objectivo, o Governo francês propõe actuar imediatamente num plano limitado mas decisivo.

Imagem -  Declaração Schuman de 9 de Maio de 1950O Governo francês propõe subordinar o cunjunto da produção franco-alemã de carvaõ e de aço a uma Alta Autoridade, numa organização aberta à participação dos outros paises da Europa. 
A comunitarização das produções de carvão e de aço assegura imediatamente o estabelecimento de bases comuns de desenvolvimento económico, primeira etapa da federação europeia, e mudará o destino das regiões durante muito tempo condenadas ao fabrico de armas de guerra, das quais constituiram as mais constantes vítimas.

A solidariedade de produção assim alcançada revelará que qualquer guerra entre a França e a Alemanha se tornará não apenas impensável como também materialmente impossivel. O estabelecimento desta poderosa unidade de produção aberta a todos os paises que nela queiram participar, que permitirá o fornecimento a todos os países que a compõem dos elementos fundamentais da produção industrial em idênticas condições, lançará os fundamentos reais da sua unificação económica.

Esta produção será oferecida a todos os países do mundo sem distinção nem exclusão, a fim de participar no aumento do nivel de vida e no desenvolvimento das obras de paz. [...]
Assim se realizará, simples e rapidamente, a fusão de interesses indispensáveis para o estabelecimento de uma comunidade económica e introduzirá o fermento de uma comunidade mais larga e mais profunda entre países durante muito tempo opostos por divisões sangrentas.

Esta proposta, por intermédio da comunitarização de produções de base e da instituição de uma nova Alta Autoridade cujas decisoões vincularão a França, a Alemanha e os países aderentes, realizará as primeiras bases concretas de uma federação europeia indispensável à preservação da paz.
O Governo francês, a fim de prosseguir a realização dos objectivos assim definidos, está disposto a iniciar negociações nas seguintes bases.

A missão atribuida à Alta Autoridade comum consistirá em, nos mais breves prazos, assegurar: a modernização da produção e a mehoria da sua qualidade; o fornecimento nos mercados francês, alemão e nos países aderentes de carvão e de aço em condições idênticas; o desenvolvimento da exportação comum para outros países; a harmonização no progresso das condições de vida da mão-de-obra dessas indústrias.

Para atingir estes objectivos a partir das condições muito diversas em que se encontram actualmente as produções dos paísesaderentes, deverão ser postas em prática, a titulo provisório, determinadas disposições, incluindo a aplicação de um plano de produção e de investimentos, a instituição de mecanismos de perequação dos preços e a criação de um fundo de reconversão destinado a facilitar a racionalização da produção. A circulação do carvão e do aço entre países aderentes será iiimediatamente isenta de qualqer direito aduaneiro e não poderá ser afectada por tarifas de transportes distintas. Criar-se-õ progressivamente as condições para assegurar espontaneamente a repartição mais racional da produção ao nivel de produtividade mais elevada.

Ao contrário de um cartel internacional que tende a repartir e a explorar os mercados nacionais com base em práticas restritivas e na manutenção de elevados lucros, a organização projectada assegurará a fusão dos mercados e a expansão da produção.

Os principios e os compromissos essenciais acima definidos serão objecto de um tratado assinado entre os estados. As negociações indispensáveis a fim de precisar as medidas de aplicação serão realizadas com a assistência de um mediador designado por comum acordo; este terá a missão de velar para que os acordos sejam conformes com os principios e, em caso de oposição irredutivel, fixará a solução a adoptar.

A Alta Autoridade comum, responsável pelo funcionamento de todo o regime, será composta por personalidades independentes e designada numa base paritária pelos governos; será escolhido um presidente por comum acordo entre os governos; as suas deciões serão de execução obrigatoria em França, na Alemanha e nos restantes países aderentes. As necessárias vias de recurso contra as decisões da Alta Autoridade serão asseguradas por disposições adequadas.
Será eleborado semestralmente por um representante das Nações Unidas junto da referida Alta Autoridade um relatório público destinado à ONU e dando conta do funcionamento do novo organismo, nomeadamente no que diz respeito à salvaguarda dos seus fins pacíficos.

A instituição de Alta Autoridade em nada prejudica o regime de propriedade das empresas. No exercicio da sua função, a Alta Autoridade comum terá em conta os poderes conferidos à autoridade internacional da região do Rur e as obrigações de qualquer natureza impostas à Alemanha, enquanto estas subsistirem

 


publicado por MJFSANTOS às 00:05
link do post | comentar | favorito

.mais sobre mim


. ver perfil

. seguir perfil

. 12 seguidores

.pesquisar

 

.Abril 2009

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4

5
6
7
8
9
10
11

12
13
14
15
16
17
18

19
20
21
22
23
24
25

26
28
29
30


.posts recentes

. Inauguração Maior Árvore ...

. A maior árvore de Natal d...

. DIA DA EUROPA

.posts recentes

. Inauguração Maior Árvore ...

. A maior árvore de Natal d...

. DIA DA EUROPA

.tags

. arquitectura

. biografia

. capela

. casa

. cultura

. desporto

. dias comemorativos

. edificios

. estatuas

. fc porto

. fotos

. freguesias

. futebol

. história

. historia

. humor

. igreja

. igrejas

. imagens

. matosinhos

. matriz

. monumentos

. mpp

. musica

. noticias

. noticias e opiniões

. património

. penafiel

. poemas

. porto

. portugal

. póvoa do varzim

. quinta

. românica

. ruas

. slides

. video

. videos

. vila do conde

. vilanovadegaia

. todas as tags

.tags

. arquitectura

. biografia

. capela

. casa

. cultura

. desporto

. dias comemorativos

. edificios

. estatuas

. fc porto

. fotos

. freguesias

. futebol

. história

. historia

. humor

. igreja

. igrejas

. imagens

. matosinhos

. matriz

. monumentos

. mpp

. musica

. noticias

. noticias e opiniões

. património

. penafiel

. poemas

. porto

. portugal

. póvoa do varzim

. quinta

. românica

. ruas

. slides

. video

. videos

. vila do conde

. vilanovadegaia

. todas as tags

.links

.subscrever feeds

SAPO Blogs