Terça-feira, 4 de Setembro de 2007

Red Bull Air Race World Series - Porto/Gaia 2007 - 31 de Agosto


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Sexta-feira, 31 de Agosto de 2007

Red Bull Air Race World Series - Porto/Gaia 2007

 

 

TREINOS, QUALIFICAÇÕES E CORRIDA - PORTO (RIBEIRA) & GAIA (CAIS DE GAIA)


TREINOS


Os primeiros treinos livres estão previstos para dia 29 de Agosto, Quarta-Feira das 14:00 - 16:30.

Os segundos treinos livres estão previstos para dia 30 de Agosto, Quinta-Feira das 10:00 -12:30.

A Emoção está no Ar!!


SEXTA-FEIRA, 31 DE AGOSTO – QUALIFICAÇÕES


14:00h - Pre-show

14:30h - Sessão de qualificações 1

15:30h - Sessão de qualificações 2

17:00h - Final das qualificações


SÁBADO, 1 DE SETEMBRO – CORRIDA


13:00h - Início

13:20h - Corrida de Eliminação

15:00h - Quartos de Final

16:00h - Semi-finais

16:30h - Final

17:30h - Cerimónia de entrega de prémios

23:00h - Red Bull Air Race Porto After Party - CACE (antiga Central Eléctrica da Campanhã, Porto)"

 


 


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Domingo, 29 de Julho de 2007

50ª. Aniversário da I.A.E.A.

História do IAEA

Os primeiros quarenta anos por David Fisher

 

O IAEA foi criado em 1957 em resposta aos medos e às expectativas profundos resultando da descoberta da energia nuclear. Suas fortunas são engrenadas excepcionalmente a esta tecnologia controversa que pode ser usada como uma arma ou como uma ferramenta prática e útil.

O genesis da agência era endereço da paz do presidente Eisenhower dos E.U. “átomos para” ao general conjunto das nações unidas em 8 dezembro 1953. Estas idéias ajudaram dar forma ao Statute de IAEA, que 81 nações aprovaram unânimemente em outubro 1956. O Statute esboça as três colunas do trabalho da agência - transferência nuclear da verificação e da segurança, de segurança e de tecnologia.

Nos anos que seguem a criação da agência, o clima político e técnico tinha mudado tanto que por 1958 se tinha tornado polìtica impraticável para que o IAEA comece o trabalho em algumas das tarefas principais previstas em seu Statute. Mas no aftermath da crise Cuban do míssil 1962, os EUA e a URSS começaram a procurar a terra comum no controle de braços nucleares.

Em 1961 o IAEA aberto seu laboratório em Seibersdorf, Áustria, criando uma canaleta para a pesquisa nuclear global cooperativa. Esse ano a agência assinou um acordo trilateral com Monaco e o instituto Oceanographic dirige por Jacques Cousteau para a pesquisa sobre os efeitos do radioactivity no mar, uma ação que conduzem eventualmente à criação do laboratório marinho do ambiente do IAEA.

Porque mais países dominaram a tecnologia nuclear, concernir aprofundado que adquiririam mais logo ou mais tarde armas nucleares, particularmente desde que duas nações adicionais tiveram “juntaram o clube”, France em 1960 e China em 1964. As proteções prescritas no Statute do IAEA, projetado principalmente cobrir plantas nucleares ou fontes individuais do combustível, eram claramente inadequadas deter o proliferation. Crescia a sustentação para que internacional, legalmente ligar, compromissos e proteções detalhadas parem a propagação mais adicional de armas nucleares e trabalhem para seu elimination eventual.

Isto encontrou a expressão regional em 1968, com a aprovaçã0 do tratado no Non-Proliferation das armas nucleares (NPT). O NPT congela essencialmente o número de estados declarados da arma nuclear em cinco (EUA, Rússia, Reino Unido, France e China). Outros estados são requeridos forswear a opção das armas nucleares e conclir acordos de proteções detalhados com o IAEA em seus materiais nucleares.

Os 1970s mostraram que o NPT estaria aceitado por quase todos os países industriais chaves e pela maioria vasta de países se tornando. Ao mesmo tempo os prospetos para o poder nuclear melhoraram dramàtica. A tecnologia tinha-se amadurecido e estava comercialmente disponível, e a crise de óleo de 1973 realçou a atração da opção da energia nuclear. As funções Do IAEA tornaram-se distintamente mais importantes. Mas o pêndulo era logo balançar para trás. O primeiro surge do entusiasmo worldwide para o poder nuclear durou mal duas décadas. Pelos 1980s adiantados, a demanda para plantas de poder nuclear novas tinha declinado agudamente em a maioria de países ocidentais, e encolheu quase a zero nestes países após o acidente 1986 de Chernobyl.

Em 1988 o alimento de IAEA e de UN e a organização agricultural juntaram forças com outras agências para eradicate o mundo novo Screwworm - que espalha uma doença mortal dos animais domésticos. A tecnologia radiação-baseada para eradicate o sem-fim foi desenvolvida no laboratório de Seibersdorf da agência.

Em 1991, a descoberta do programa clandestine da arma de Iraq semeou dúvidas sobre o adequacy de proteções de IAEA, mas conduziu-as também às etapas para strengthen as, algumas de que foram postas ao teste quando a república de pessoa democrática de Coreia (DPRK) se transformou o segundo país que foi descoberto que violating seu acordo de proteções de NPT. O acidente de três Mile Island e especialmente o disastre de Chernobyl persuadiu governos strengthen o papel do IAEA em realçar a segurança nuclear.

Nos 1990s adiantados, o fim da guerra fria e a melhoria conseqüente na segurança internacional eliminaram virtualmente o perigo de um conflito nuclear global. O adherence largo aos tratados regionais underscored o status livre da arma nuclear de América Latin, de África e de 3Sudeste Asiático, as well as o Pacífico sul. A ameaça do proliferation em alguns estados do sucessor da União Soviética anterior averted; em Iraq e no DPRK a ameaça foi contida.

Em 1995, o NPT foi feito a permanent e em 1996 o general conjunto dos UN aprovou e abriu para a assinatura um tratado detalhado da proibição do teste. Quando as atividades nucleares militares eram além do espaço estatutário do IAEA, aceitou-se agora que a agência pôde corretamente tratar do alguns dos problemas bequeathed pela raça de braços nucleares - verificação do uso ou do armazenamento calmo do material nuclear das armas desmontadas e do estoque militar em excesso do material fissile, determinando os riscos posed pelos desperdícios nucleares dos navios de guerra nucleares despejados no ártico, e verificando a segurança de locais de teste nucleares anteriores em Ásia central e no Pacífico.

Em anos recentes, o trabalho da agência fêz exame em algumas dimensões adicionadas urgentes. Entre elas estão as contramedidas de encontro à ameaça do terrorismo nuclear, o foco de uma planta de ação multi-faceted nova da agência.


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Terça-feira, 24 de Julho de 2007

CAMPOS DE CONCENTRAÇÃO NAZI - AUSCHWITZ

 A VERGONHA E OS MOMENTOS MAIS TENEBROSOS DA HISTÓRIA DO SECULO XX

Auschwitz-Birkenau

Entrada para Auschwitz II (Birkenau), o acampamento de exterminação principal. Foto de 2002.

Entrada para Auschwitz II (Birkenau), o acampamento de exterminação principal. Foto de 2002.

 

Auschwitz-Birkenau é o nome de um grupo de campos de concentração localizados no sul da Polônia, símbolos do Holocausto perpetrado pelo nazismo. A partir de 1940 o governo alemão comandado por Adolf Hitler construiu vários campos de concentração e um campo de extermínio nesta área, então na Polônia ocupada. Houve três campos principais e trinta e nove campos auxiliares.

Os campos localizavam-se no território dos municípios de Auschwitz e Birkenau, versões em língua alemã para os nomes polacos de Oświęcim e Brzezinka, respectivamente. Esta área dista cerca de sessenta quilômetros da cidade de Cracóvia, capital da região da Pequena Polônia.

Os três campos principais:

  • Auschwitz I - Campo de concentração original que servia de centro administrativo para todo o complexo. Neste campo morreram perto de 70.000 intelectuais poloneses e prisioneiros de guerra soviéticos.

  • Auschwitz II (Birkenau) - Era um campo de extermínio onde morreram aproximadamente um milhão de judeus e perto de 19.000 ciganos.

  • Auschwitz III (Monowitz) - Foi utilizado como campo de trabalho escravo para a empresa IG Farben.

O número total de mortes produzidas em Auschwitz-Birkenau está ainda em debate, mas se estima que entre um milhão e um milhão e meio de pessoas morreram ali.

Como todos os outros campos de concentração, os campos de Auschwitz eram dirigidos pela SS comandada por Heinrich Himmler. Os comandantes do campo foram Rudolf Hoess até o verão de 1943, seguiu-lhe Artur Leibehenschel e Richard Baer. Hoess deu uma descrição detalhada do funcionamento do campo durante seu interrogatório ao final da Segunda Guerra Mundial, detalhe que complementou em sua autobiografia. Ele foi executado em 1947 em frente da entrada do forno crematório de Auschwitz I.

Durante os anos de operação do campo, perto de 700 prisioneiros tentaram escapar do campo, dos quais 300 tiveram êxito. A pena aplicada por tentativa de fuga era geralmente a morte por inanição. Geralmente, as famílias dos escapados eram presas e "internadas" em Auschwitz para serem exibidas como advertência a outros prisioneiros.

Auschwitz I

Entrada de Auschwitz I: Arbeit macht frei ("o trabalho liberta")

Entrada de Auschwitz I: Arbeit macht frei ("o trabalho liberta")

Auschwitz I foi o centro administrativo de todo o complexo. Foi aberto em 20 de maio de 1940, a partir de barracos de tijolo do exército polonês. Os primeiros prisioneiros do campo foram 728 prisioneiros políticos poloneses de Tarnów. Inicialmente, o campo foi utilizado para internar membros da resistência e intelectuais poloneses, mais adiante levaram ali também prisioneiros de guerra da União Soviética, prisioneiros comuns alemães, elementos anti-sociais e homossexuais. Do primeiro momento chegaram também prisioneiros judeus. Geralmente o campo albergava entre treze e dezesseis mil prisioneiros, alcançando a quantidade de vinte mil em 1942.

A entrada de Auschwitz I tinha (e ainda hoje as tem) as cínicas palavras "Arbeit macht frei" (o trabalho liberta). Os prisioneiros do campo saíam a trabalhar durante o dia para as construções do campo com música de marcha tocada por uma orquestra.

As SS geralmente selecionavam prisioneiros, chamados kapos, para fiscalizar o resto. Todos os prisioneiros do campo realizavam trabalhos e exceto nas fábricas de armas, no domingo se reservava para limpeza com duchas e não tinha trabalho. As fortes condições de trabalho unido à desnutrição e pouca higiene faziam que a taxa de mortalidade entre os prisioneiros fora muito grande.

O bloco 11 de Auschwitz I era a prisão dentro da prisão e ali se aplicavam os castigos. Alguns deles consistiam em confinamento por vários dias em uma cela muito pequena para sentar-se. Outros eram executados, pendurados ou deixados morrer de fome.

Em setembro de 1941, a SS realizaram no bloco 11 os testes do gás Zyklon B nas que morreram 850 prisioneiros poloneses e russos. Os testes foram consideradas bem-sucedidos e em conseqüência se construíram uma câmara de gás e um crematório. Esta câmara de gás foi utilizada entre 1941 e 1942 para logo ser convertida em um refúgio anti-aéreo.

Auschwitz I. Foto tirada em  2001.

Auschwitz I. Foto tirada em 2001.

 

A primeira mulher chegou ao campo em 26 de março de 1942. Entre abril de 1943 e maio de 1944 se levaram a cabo experimentos de esterilização sobre mulheres judias no bloco 10 de Auschwitz I. O objetivo era o desenvolvimento de um método singelo que funcionasse com uma simples injeção para ser utilizado com a população eslava. O doutor Josef Mengele experimentou com gêmeos neste mesmo complexo. Quando um prisioneiro não se recuperava rapidamente, geralmente era executado lhe aplicando uma injeção letal de fenol.

O campo bordel, criado no verão de 1943 por ordens de Himmler. Estava localizado no bloco 24 e se utilizava para premiar os prisioneiros privilegiados. Os guardas selecionavam prisioneiras para este campo, mas também aceitavam voluntárias atraídas pelas melhores condições alimentícias.

Auschwitz II (Birkenau)

Campo de concentração de Auschwitz-Birkenau em 2001.

Campo de concentração de Auschwitz-Birkenau em 2001.

Auschwitz II (Birkenau) é o campo que a maior parte das pessoas conhece como Auschwitz. Ali se encerraram centenas de milhares de judeus e ali também se executaram mais de um milhão de judeus e ciganos.

O campo está localizado em Brzezinka (Birkenau), a 3 km de Auschwitz I. A construção se iniciou em 1941 como parte da Endlösung der Judenfrage (solução final). O campo tinha uma extensão de 2,5 km por 2 km e estava dividido em várias seções, cada uma delas separadas em campos. Os campos, como todo o complexo inteiro estavam cercados e rodeados de arame farpados e cercas elétricas (alguns prisioneiros utilizaram o cerco elétrico para cometer suicídio). O campo albergou até 100.000 prisioneiros em um dado momento.

O objetivo principal do campo, não era de manter prisioneiros como força trabalhista (como era o caso de Auschwitz I e III) mas sim para o extermínio. Para cumprir com este objetivo, equipou-se o campo com quatro crematórios com câmaras de gás. Cada câmara de gás podia receber até 2.500 prisioneiros por turno. O extermínio a grande escala começou na primavera de 1942.

Seleção dos prisioneiros em Auschwitz com a entrada visível ao fundo.

Seleção dos prisioneiros em Auschwitz com a entrada visível ao fundo.

 

A maioria dos prisioneiros chegava ao campo por trem, com freqüência logo depois de uma terrível viagem em vagões de carga que durava vários dias. A partir de 1944 se estendeu a linha do trem para que chegasse diretamente ao campo. Algumas vezes, ao chegar o trem, os prisioneiros eram passados diretamente para as câmaras de gás. Em outras ocasiões, os nazistas selecionavam alguns prisioneiros para supervisão de Josef Mengele, para ser enviados a campos de trabalho, ou para realizar experimentos. Geralmente os meninos, os anciões e os doentes eram enviados diretamente para as câmaras de gás.

Quando um prisioneiro passava a seleção inicial, era enviado a passar um período de quarentena e logo lhe atribuía uma tarefa ou era enviado a trabalhar em algum dos campos de trabalho anexos.

Aqueles que eram selecionados para exterminação eram enviados a um dos grandes complexos de câmaras de gás/crematório para os extremos do campo. Dois dos crematórios (Krema II e Krema III) tinham instalações subterrâneas, uma sala para despir uma câmara de gás com capacidade para milhares de pessoas. Para evitar o pânico, informava às vítimas que receberiam ali uma ducha e um tratamento desinfetante. A câmara de gás inclusive tinha tubulações para duchas, embora nunca foram conectadas com o serviço de água. Ordenava as vítimas que se despissem e deixassem seus pertences no vestiário, onde supostamente as poderiam recuperar ao final do tratamento, de maneira que deviam recordar o número da localização de seus pertences. Uma vez selada a entrada, descarregava-se o agente tóxico Zyklon B pelas aberturas no teto. As câmaras de gás nos crematórios IV e V tinham instalações na superfície e o Zyklon B se introduzia por janelas especiais nas paredes. Logo depois de mortos, os corpos eram levados a uma sala de fornos anexa por prisioneiros selecionados, chamados Sonderkommando, onde eram queimados.

Alemanha invadiu a Hungria em março de 1944; entre maio e julho de 1944, perto de 438.000 judeus da Hungria foram deportados para Auschwitz-Birkenau e a maioria foram executados ali. Havia dias em que os fornos não se davam provisão e se tinha que queimar os corpos em fogueiras ao ar livre.

Famílias inteiras de ciganos foram encerrados em uma seção especial do campo. Foram passados pelas câmaras de gás em julho de 1944, e em 10 de outubro desse ano se procedeu à exterminação dos meninos ciganos restantes no Birkenau.

Em 7 de outubro de 1944, os Sonderkommandos judeus, que eram mantidos separados do restante dos prisioneiros e que trabalhavam na operação das câmaras de gás e fornos crematórios, organizaram um levante. As prisioneiras tinham conseguido extrair explosivos de uma fábrica de armas e os utilizaram para destruir parcialmente o crematório IV e tratar de escapar na confusão. Os 250 prisioneiros foram capturados e imediatamente executados.

Visão de Auschwitz no inverno.

Visão de Auschwitz no inverno.

Auschwitz III e os campos ajudantes

Os campos ajudantes de trabalho instalados no complexo de Auschwitz estavam estreitamente relacionados com a indústria alemã, principalmente nas áreas militar, metalúrgica e mineradora. O maior campo de trabalho era Auschwitz III Monowitz, que iniciou suas operações em maio de 1942. Este campo estava associado com a empresa IG Farben e produzia combustíveis líquidos e borracha sintética. A intervalos regulares, faziam-se revisões sanitárias por parte do pessoal médico de Auschwitz II, a fim de enviar doentes e débeis às câmaras de gás de Birkenau.

Mulheres em Auschwitz

As primeiras prisioneiras assim como as primeiras vigilantes chegaram ao campo em março de 1942 transladadas do campo de Ravensbrück na Alemanha. O campo feminino foi mudado a Auschwitz Birkenau em outubro de 1942, e María Mendel foi nomeada chefe de vigilância. Perto de um total de 1.000 homens e 200 mulheres da SS serviram como supervisores de vigilância em todo o complexo de Auschwitz.


Ruinas de Auschwitz. Faz parte do patrimônio da humanidade.

(citação Wikipédia)


Ruinas de Auschwitz. Faz parte do patrimônio da humanidade.

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Terça-feira, 10 de Julho de 2007

AQUECIMENTO GLOBAL

Muitos têm alertado a respeito do alto custo do aquecimento global para a humanidade. Os jornais e os noticiários de TV estão cheios de previsões tenebrosas sobre o colapso da economia mundial: milhões morrerão ou serão desalojados em virtude de secas, fomes e inundações, enquanto Londres, Nova York e Tóquio, juntamente com outras cidades litorâneas, afundarão nos mares cujo nível subirá. Um relatório também predisse que todos os frutos do mar estarão extintos em cinqüenta anos.

A respeito desse panorama há diversas possibilidades. As principais são:

1. O aquecimento global é real e causado pela atividade humana (queima de combustíveis fósseis – carvão, petróleo e gás, queima das florestas tropicais, etc.). Por isso, os governos devem tomar medidas urgentes para salvar o mundo da catástrofe.

2. O aquecimento global é real mas não se tem certeza sobre as causas. Pode tratar-se de atividade solar e parte de um ciclo de aquecimento e esfriamento das temperaturas na Terra. Nesse caso, não há nada que os governos possam fazer a respeito.

3. O aquecimento global é um engano usado por aqueles que querem implantar um governo mundial. Eles estão tentando amedrontar as pessoas para que se submetam aos seus planos.

Vamos analisar essas questões:

1. O aquecimento global é real e causado pela atividade humana

De acordo com o Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (PIMC), apoiado pe la ONU , as temperaturas globais poderão aumentar entre 1,4° C e 5,8° C entre 1990 e 2100. O aumento das temperaturas, por sua vez, poderá provocar outras mudanças, inclusive o aumento do nível dos oceanos, a quantidade e o padrão das chuvas. É possível que essas alterações aumentem a freqüência e intensidade de eventos meteorológicos extremos como inundações, secas, ondas de calor, furacões e tornados. Outras conseqüências incluem reduções na produção agrícola, diminuição das geleiras, redução das correntes de verão, extinção de um grande número de espécies e o aumento de organismos transmissores de doenças.

Em seu congresso de 2003, a Sociedade Meteorológica Americana adotou uma declaração que dizia:

Tony Blair, o primeiro-ministro britânico.

As atividades humanas tornaram-se uma fonte destacada de mudanças ambientais. Muito urgente é [considerar] as conseqüências da abundância crescente de gases de estufa na atmosfera... Como os gases de estufa continuam aumentando, estamos, na realidade, realizando uma experiência climática global, que não foi planejada nem é controlada, cujos resultados poderão apresentar desafios sem precedentes ao que conhecemos e prevemos. Eles também poderão ter impacto significativo sobre nossos sistemas naturais e sociais. Trata-se de um problema de longo prazo que requer uma perspectiva de longo prazo. Importantes decisões aguardam os atuais e futuros líderes nacionais e mundiais.

Manifestações para salvar o planeta têm sido realizadas ao redor do mundo. Em Londres, um evento organizado pela “Stop Climate Chaos” exigiu que o governo aja contra a ameaça do aquecimento global. O primeiro-ministro inglês Tony Blair declarou que se trata “do mais importante relatório sobre o futuro publicado pelo meu governo”. Angela Merkel, a chanceler da Alemanha, disse-lhe que enfrentar a questão das mudanças climáticas será uma prioridade para a presidência alemã do G8 (grupo das nações industrializadas) em 2007. A secretária do Exterior do Reino Unido, Margaret Beckett, disse num encontro em Nova Delhi que o subcontinente indiano poderá enfrentar uma combinação de secas e elevações do nível do mar – que devastarão as colheitas de cereais e forçarão milhões a fugir dos seus lares – como resultado da elevação das temperaturas globais.

Atualmente, o sol se encontra no ponto mais alto de atividade em 300 anos. Esse ciclo poderá ser seguido por um esfriamento e uma mini era do gelo.

2. ‑O aquecimento global é real mas pode ser causado pelo sol

Uma minoria de cientistas está afirmando que as mudanças climáticas, tais como o aquecimento global, são causados por alterações no sol e não devido à liberação de gases de estufa na Terra. O sol fornece toda a energia que movimenta nosso clima, mas ele não é a estrela constante que pode parecer. Estudos cuidadosos durante os últimos vinte anos mostram que seu brilho geral e a energia desprendida aumentam levemente à medida que sobe a atividade das manchas solares até seu ponto mais alto em um ciclo de onze anos. Atualmente, o sol se encontra no ponto mais alto de atividade em 300 anos. Esse ciclo poderá ser seguido por um esfriamento e uma mini era do gelo.

3. O aquecimento global é um engano

Há aqueles que são ainda mais céticos nessa questão. Christopher Monckton escreveu um artigo intitulado “Caos climático? Não acredite” no jornal britânico The Sunday Telegraph em que começou sugerindo que “o pânico provocado em torno das mudanças climáticas é menos relacionado com a intenção de salvar o planeta do que com a ‘criação de um governo mundial’, conforme a preocupante afirmação de Jacques Chirac”.

Ele apresenta evidências, mostrando como a ONU falsificou informações acerca do problema através da sua agência, o Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (PIMC). Monckton cita David Deming, um geocientista da Universidade de Oklahoma (EUA), que escreveu um artigo avaliando as temperaturas na América do Norte através de dados de perfurações. Isso lhe deu credibilidade com o PIMC, que lhe pediu que participasse de suas pesquisas. Deming afirma: “Eles pensaram que eu era um deles, alguém que iria perverter a ciência a serviço de causas sociais ou políticas. Um deles abaixou a guarda: um destacado pesquisador na área do aquecimento global enviou-me um surpreendente e-mail, que dizia: ‘temos que nos livrar do período de calor da Idade Média”’.

O período de calor da Idade Média é um fato bem documentado da história, mostrando que na época as temperaturas eram em torno de 3°C mais elevadas do que atualmente. De acordo com o artigo de Monckton:

De acordo com o artigo de Monckton: “...não havia geleiras nos Andes; hoje elas existem. Havia fazendas dos vikings na Groenlândia; hoje elas estão cobertas de gelo permanente.”

Então não havia geleiras nos Andes ; hoje elas existem. Havia fazendas dos vikings na Groenlândia; hoje elas estão cobertas de gelo permanente. Havia pouco gelo no Polo Norte, uma esquadra chinesa circunavegou o Ártico em 1421 e não o encontrou. Dados de 6.000 perfurações em todo o mundo indicam que as temperaturas globais eram mais elevadas na Idade Média do que agora.

Após esse período, as temperaturas caíram bem abaixo dos níveis atuais. Nos séculos XVII e XVIII ocorreu a “Pequena Era do Gelo”, quando o Tâmisa, junto à ponte de Londres, congelou de maneira tão sólida que uma Feira de Inverno foi realizada em 1607 com um conjunto de tendas sobre o próprio rio, oferecendo uma série de diversões, inclusive boliche sobre o gelo.

O relatório original do PIMC, publicado em 1996, apresentava um gráfico dos últimos mil anos, mostrando corretamente que as temperaturas na Idade Média tinham sidos mais altas que as atuais. Mas o relatório de 2001 continha um novo gráfico sem qualquer indicação de um período de calor medieval, indicando temperaturas uniformes até o começo da Era Industrial. Esse gráfico mostrava incorretamente que o século XX foi o mais quente dos últimos mil anos. Essa informação mostra que a história está sendo deliberadamente falsificada por uma agência da ONU.

Aquecimento global e governo mundial

Jacques Chirac relacionou a preocupação ambiental com um plano de governo mundial. Chirac escreveu um artigo para a revista New Scientist (19/5/05) sobre a necessidade de cuidar do meio ambiente, dizendo: “esse esforço deveria concentrar-se em estabelecer a governança ambiental global, algo que a França defende incansavelmente”.

Também é possível que haja um elemento de verdade em todas as três possibilidades. O aquecimento global pode ser causado parcialmente pela atividade humana e em parte pelo sol. Com certeza, ele está sendo usado para promover a idéia de que a governança mundial apoiada pe la ONU é a solução do problema. Quer seja real ou não, trata-se de uma questão ideal para unir as nações. É possível argumentar que nenhuma nação por si mesma pode resolver o problema e que, se ele não for solucionado, todos morreremos. É necessário que as nações trabalhem juntas para evitar isso. A ameaça também pode ser usada para dar aos governos desculpas para impor impostos mais elevados e exercer maior controle sobre a população...

Em seu artigo, Christopher Monckton referiu-se a uma afirmação do presidente francês, Jacques Chirac, que relacionou a preocupação ambiental com um plano de governo mundial. Chirac escreveu um artigo para a revista New Scientist (19/5/05) sobre a necessidade de cuidar do meio ambiente, dizendo: “esse esforço deveria concentrar-se em estabelecer a governança ambiental global, algo que a França defende incansavelmente, em particular com sua proposta de criar uma organização ambiental da ONU, que será discutida pelos líderes mundiais na cúpula da ONU em Nova York em setembro”. Em um discurso anterior no Encontro da ONU sobre Mudanças Climáticas em Haia (20/11/2000), ele afirmou: “Pela primeira vez, a humanidade está instituindo um que a França e a União Européia gostariam de ver criada”. (ênfase do autor).

É interessante que existe agora um consenso de opiniões sobre essa questão, favorecendo a agenda verde, nos três principais partidos do Reino Unido. Esse consenso é compartilhado pelos poderes que dominam a União Européia. Com os Democratas em ascensão nos EUA, é provável que as questões ambientais serão mais importantes que a “Guerra ao Terror”. Se a Rússia, a China, o Japão e a Índia puderem ser persuadidos a participar, a pressão para impor algum tipo de solução global para o problema poderá ser irresistível para o resto do mundo.

O meio ambiente – uma questão espiritual

É verdade que a Terra é um todo interdependente, que foi criado por Deus como “muito bom” (veja Gênesis 1.31). Tudo que é necessário para a vida é mantido em delicado equilíbrio no único planeta em que podemos viver.

Também é interessante que existe uma idéia semi-religiosa relacionada a tudo isso – a controvertida Teoria Gaia, denominada assim por causa da deusa da Terra dos antigos gregos. Essa teoria foi desenvolvida pelo cientista britânico James Lovelock durante a década de 1960, enquanto ele trabalhava no Projeto Viking, analisando a possibilidade de vida em Marte. Enquanto analisava o que sustinha a vida na Terra e observava a atmosfera terrestre, com seu delicado equilíbrio de oxigênio, hidrogênio, nitrogênio, metano e resquícios de outros elementos, ele teve a idéia de que a Terra era um todo vivo e interdependente, capaz de controlar a si mesmo e de eliminar ameaças, da mesma maneira que um corpo lida com doenças e traumas.

De acordo com essa idéia, a Terra é um sistema vivo imenso e eternamente interativo – um planeta vivo, flutuando no espaço, e cada parte do seu grandioso mecanismo afeta todos os outros, tanto para o bem como para o mal. A Terra teria certos órgãos especialmente importantes, como as florestas tropicais e os pântanos, que seriam mais importantes para o meio ambiente do que outras partes do sistema. Usando a comparação com o corpo humano, seria possível perder uma parte menor, como um dedo, e sobreviver, mas se você perder uma parte essencial, como os pulmões, você está morto. Desse modo, a Terra poderia sobreviver apesar de perder algumas espécies animais em virtude do descuido humano com o meio ambiente, mas se um órgão vital estiver ameaçado ela teria de reagir contra a interferência humana ou morrer.

Em certos grupos do movimento ambientalista está sendo difundida a idéia de que as catástrofes que atingem a Terra são o resultado de Gaia alertando a humanidade, para que esta pare de destruir o único planeta em que podemos viver. Em outras palavras, Gaia poderá agir para trazer uma espécie de juízo sobre a humanidade por descuidar do planeta. De acordo com essa visão, as catástrofes são a maneira da Terra combater a degradação do planeta por parte da humanidade. Isso conduz à visão da Nova Era de que devemos retornar à unidade com o planeta e com os outros seres humanos para salvar o planeta.

As catástrofes afetando a Terra irão aumentar nos dias finais desta era. Jesus disse a respeito dos tempos anteriores à Sua Segunda Vinda: “haverá grandes terremotos, epidemias e fome em vários lugares, coisas espantosas e também grandes sinais do céu...”

A Bíblia ensina um conceito diferente: que o Deus Todo-Poderoso, que criou a Terra e deu à humanidade a tarefa de cuidar dela, está falando através desses eventos, que Ele até predisse há séculos por meio dos profetas e do Senhor Jesus. É verdade que a Terra é um todo interdependente, que foi criado por Deus como “muito bom” (veja Gênesis 1.31). Tudo que é necessário para a vida é mantido em delicado equilíbrio no único planeta em que podemos viver. A distância da Terra até o Sol, a atmosfera, o ciclo das águas, a camada de solo para plantio, tudo está exatamente certo para sustentar a vida. A idéia evolucionária de que tudo se originou através de um acidente cósmico é tão provável como a possibilidade de que o computador em que estou escrevendo este artigo é o resultado de átomos que se juntaram ao acaso. Um projeto exige a existência de um projetista e a criação exige um Criador. Há abundantes evidências, para aqueles que querem entender, de que Deus, como Criador, e não a evolução pelo acaso, tem a resposta para a pergunta donde viemos.

Conforme o relato do Gênesis, a humanidade teria “domínio” sobre a Terra, não no sentido de saqueá-la, mas de cuidar dela e das suas criaturas (Gênesis 1.26-28, Salmo 8), em harmonia com Deus, nosso Criador. Porém, a desobediência humana a Deus causou a degradação da Terra, inicialmente com a queda (Gênesis 3) e depois com o dilúvio (Gênesis 6-8), estragando a criação original “muita boa”.

Quando vamos para o outro extremo da escala de tempo bíblica e analisamos os eventos do fim dos tempos, fica claro que as catástrofes afetando a Terra irão aumentar nos dias finais desta era. Jesus disse a respeito dos tempos anteriores à Sua Segunda Vinda: “haverá grandes terremotos, epidemias e fome em vários lugares, coisas espantosas e também grandes sinais do céu... Haverá sinais no sol, na lua e nas estrelas; sobre a terra, angústia entre as nações em perplexidade por causa do bramido do mar e das ondas;  haverá homens que desmaiarão de terror e pela expectativa das coisas que sobrevirão ao mundo; pois os poderes dos céus serão abalados” (Lucas 21.11,25-26).

Qualquer que seja a verdade sobre o aquecimento global, trata-se de uma questão que tem o potencial de levar o mundo em direção ao governo mundial profetizado em Apocalipse 13. Aquele que apresentar uma solução para esse problema certamente será saudado como salvador que oferecerá “paz e segurança” e será adorado pelo mundo como o novo messias.

Tempestades tropicais que provocam ondas gigantescas e devastam regiões costeiras estão aumentando em ferocidade, algo que muitos cientistas estão relacionando com as mudanças climáticas causadas pelo aquecimento global. Em Isaías 24 há uma passagem apocalíptica que trata da destruição causada por eventos impressionantes nos últimos dias desta era, quando cidades serão devastadas e seus habitantes espalhados: “Na verdade, a terra está contaminada por causa dos seus moradores, porquanto transgridem as leis, violam os estatutos e quebram a aliança eterna” (Isaías 24.5).

É interessante que Isaías 24.16 também se refere aos “pérfidos” que “tratam mui perfidamente”. Isso estabelece uma relação entre a questão ambiental e os que a utilizam para objetivos pérfidos (isto é, o governo mundial do Anticristo).

As profecias da Bíblia advertem que no futuro haverá um tempo de dificuldades, com intenso calor, vegetação queimada e águas contaminadas, como também violentas tempestades e desastres naturais, trazendo fomes, epidemias e morte: “O primeiro anjo tocou a trombeta, e houve saraiva e fogo de mistura com sangue, e foram atirados à terra. Foi, então, queimada a terça parte da terra, e das árvores, e também toda erva verde.  O segundo anjo tocou a trombeta, e uma como que grande montanha ardendo em chamas foi atirada ao mar, cuja terça parte se tornou em sangue,  e morreu a terça parte da criação que tinha vida, existente no mar, e foi destruída a terça parte das embarcações.  O terceiro anjo tocou a trombeta, e caiu do céu sobre a terça parte dos rios, e sobre as fontes das águas uma grande estrela, ardendo como tocha.  O nome da estrela é Absinto; e a terça parte das águas se tornou em absinto, e muitos dos homens morreram por causa dessas águas, porque se tornaram amargosas” (Apocalipse 8.7-11).

Longe de solucionar o problema, o governo mundial anticristão dos tempos finais conduzirá o mundo às margens da destruição. Somente o retorno do Senhor Jesus Cristo salvará a Terra.

O Apocalipse fala de um tempo em que “o quarto anjo derramou a sua taça sobre o sol, e foi-lhe dado queimar os homens com fogo...” (Apocalipse 16.8). Depois, “Derramou o sexto a sua taça sobre o grande rio Eufrates, cujas águas secaram...” (Apocalipse 16.12) e “sobrevieram relâmpagos, vozes e trovões, e ocorreu grande terremoto, como nunca houve igual desde que há gente sobre a terra; tal foi o terremoto, forte e grande” (Apocalipse 16.18).

Qualquer que seja a verdade sobre o aquecimento global, trata-se de uma questão que tem o potencial de levar o mundo em direção ao governo mundial profetizado em Apocalipse 13. Aquele que apresentar uma solução para esse problema certamente será saudado como salvador que oferecerá “paz e segurança” e será adorado pelo mundo como o novo messias.

Longe de solucionar o problema, o governo mundial anticristão dos tempos finais conduzirá o mundo às margens da destruição. Somente o retorno do Senhor Jesus Cristo salvará a Terra. Após Sua volta, ela será miraculosamente restaurada e voltará a ser um lugar fértil e belo, capaz de suprir as necessidades dos povos durante o reino milenar de Jesus, quando “...a terra se encherá do conhecimento do Senhor, como as águas cobrem o mar” (Isaías 11.9). (Tony Pearce, Light for The Last Days - http://www.chamada.com.br)


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Sexta-feira, 29 de Junho de 2007

O MUNDO NA VISÃO DOS AMERICANOS

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